
Introducing Assassin’s Creed® Rogue, the darkest chapter in the Assassin’s Creed franchise yet. As Shay, you will experience the slow transformation from Assassin to Assassin Hunter. Follow your own creed and set off on an extraordinary journey through New York City, the wild river valley, and far away to the icy cold waters of the North...
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
14 of 15 markets; the rest we haven't asked for this title, not markets where it is unavailable.
Availability
We put this game to every storefront we collect. A market that answered not sold has told us something about the game; a market we never asked has not, and the two are never drawn the same.
Discounts
Every price cut of more than 20% we have observed, in each market that quoted one, with this game's chart position on either side of it. These are episodes, not a model: a sale is one event, and one event cannot tell you what the next one will do.
About
Add-ons
Each DLC is estimated with the same model as a game, then summed — a modeled figure, not reported DLC sales.
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 1049 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
Единственная часть серии, где мальчик стал мужчиной, переметнувшись от беззаконников отсосинов в ряды порядочных гигачадов тамплиеров (Эпштейн тут ни при чем). Имхо даже лучшая, не считая AC4. Приятная сюжетка заставляет возвращаться в нее каждые пару лет. Да, здесь дэбильные геймплейные механики стелса и боевки. Да, морские бои кажутся неуклюжими и слишком аркадными. Да, здесь дэбильные вставки с офисом Абстерго. Да, постоянно из кустов и с крыш домов нападают шл*хоботы. Да, в 2015 году уже были игры уровня Ведьмака 3, а AC 4 вышла в 2013. Но все же тут нереально вытягивают сюжетка и связь с предыдущими частями серии. Хотелось бы когда-нибудь увидеть ее ремейк, но, наверное, юбики этим все испортят: добавят донат и прочее-прочее :(
My ass has gone rogue
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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
14 on sale1 answered “not sold”0 we did not ask
The 1 “not sold” market is read from the Steam price pass of Sep 12: that day the store answered for this game elsewhere and gave no price there. The 14 priced markets are the same rows as the table above — each the latest price we hold, dated here when it is older than that pass. The 0 marked “not asked” were not put to this store at all — either it has no storefront there or we do not collect it yet, and neither is a statement about the game. A refusal is a refusal on one day; a store can list a title again tomorrow.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 3.29/day in the week to Aug 11 → 9/day in the week after.
For scale, across Steam · Top Sellers · Brazil over the last 30 days: the 24 chart moves that followed a price cut of more than 20% went a median of 9 places towards #1, and the 2,419 moves with no price cut behind them went 2 away. One store, one chart, one country — it is the only place we have enough observations to say even that.
Prices outside the United States have been collected since 6 August 2026 and chart positions since 19 July 2026, so a cut older than that has no market to compare and a market that joined later has no history yet. Nothing here is converted between currencies.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French*, Italian*, German*, Spanish - Spain*, Dutch, Japanese*, Polish, Portuguese - Brazil*, Russian*, Korean*languages with full audio support
Hours played at review time, across 1.1K reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Most based game in the series.
Bom dia, boa tarde e muito boa noite a todos que vão ler esta análise, que carrega uma perspectiva mais do que coesa num continente à beira da guerra, acompanhando a jornada de um homem que um dia jurou proteger a liberdade, e decidiu que talvez ela não valha o preço que a Irmandade cobra. Hoje vamos falar de um jogo que muita gente deixou passar, mas que tem uma das histórias mais interessantes de toda a franquia. [h2]Do Atlântico Norte para as Colônias Americanas[/h2] [b]Assassin's Creed Rogue, lançado em 2014 pela Ubisoft e desenvolvido pela Ubisoft Sofia[/b], é um jogo de ação e aventura em mundo aberto que se passa entre [b]1752 e 1760[/b], durante a [i]Guerra dos Sete Anos[/i] — o primeiro conflito verdadeiramente global da história, que redefiniu fronteiras do Canadá à Índia. No jogo controlamos Shay Patrick Cormac, um jovem irlandês-americano nascido em Nova York, recrutado cedo para a Irmandade dos Assassinos sob a tutela do Mestre Achilles Davenport. O que a premissa esconde até você começar a jogar é o que faz Rogue ser diferente de tudo que a franquia tinha feito até então: dessa vez você não é o Assassino. Você é o que eles juraram destruir. [h2]Entre a Ordem e o Questionamento[/h2] Shay começa exatamente onde qualquer recruta começa: jovem, impulsivo, questionando regras sem entender o porquê delas. A Irmandade manda, ele executa. Até o dia em que não executa mais, porque o que viu não dá para ignorar. Sem entrar em spoilers pesados: Shay é enviado em missão para recuperar uma Peça do Éden em Lisboa, e o que acontece não é uma vitória. É uma catástrofe. O terremoto que devasta a cidade em 1755, um evento histórico real, tem no jogo uma origem diretamente ligada à missão da Irmandade. E quando Shay confronta Achilles com o que aconteceu, o que encontra não é negação, é algo mais perturbador do que isso. Achilles sabe. E quer continuar. A busca pelos outros templos segue, independente do rastro de destruição que a anterior deixou. A Irmandade não mente para Shay. Ela simplesmente decide que o bem maior justifica seguir em frente. E é exatamente aí que Shay não consegue mais acompanhar. E é aí que o Credo dos Assassinos entra de um jeito que o jogo usa com inteligência. "Nada é verdade, tudo é permitido", uma filosofia que na boca da Irmandade colonial sempre soou como liberdade absoluta, como a recusa de se dobrar a qualquer dogma. Mas Shay viveu o lado que ninguém costuma discutir: se tudo é permitido, então as consequências das suas ações também são. Se nada é verdade, então a convicção de que os Assassinos estão certos também não é. O Credo que deveria ser uma abertura para o pensamento livre se torna, na prática, uma justificativa para qualquer coisa, inclusive para ignorar o rastro de destruição que uma missão mal calculada pode deixar. Existe um abismo gigante entre o significado do Credo aqui e o que Ezio Auditore explicava em Revelations. Para Ezio, dizer que "tudo é permitido" era uma advertência de responsabilidade extrema: entender que somos os arquitetos de nossas ações e devemos viver com suas consequências morais. Mas na era colonial, sob o comando de Achilles, a Irmandade se distanciou dessa maturidade filosófica. O Credo virou um dogma institucional burocrático, uma desculpa onde os fins nobres justificavam quaisquer meios destrutivos. Shay abandona sua própria Irmandade, ironicamente porque a mesma optou por ignorar os riscos que outros sofriam, ou seja, levou a essência do Credo mais a sério do que os seus próprios mestres. Ele entendeu o peso de "viver com as consequências". É aí que a virada acontece. Shay se torna Templário porque viu o que as convicções cegas dos Assassinos são capazes de causar, e não conseguiu mais olhar para aquilo e chamar de bem maior. Essa é a camada que faz dele um personagem que vale a pena discutir. Embora ocorra um reconhecimento tardio no fim do jogo, onde Achilles finalmente admite que estava errado sobre os artefatos, o dano já foi feito. Na hora do confronto, a Irmandade não negou o erro, mas escolheu não parar por causa dele. Narrativamente, isso é ainda pior: não foi ignorância, foi uma escolha consciente. Sem líderes sábios como Altaïr ou Ezio, os Assassinos se tornaram fanáticos perigosos, mostrando que viraram apenas o outro lado da mesma moeda de controle que juraram combater. [h2]O Renegado Relutante[/h2] O que torna Shay Cormac um protagonista acima da média da franquia é exatamente o que o escritor do jogo descreveu durante o desenvolvimento: a mudança não o transforma num assassino frio e sem alma. Ele continua sendo Shay, com suas lealdades, suas dúvidas, seu senso de responsabilidade. O que muda é a direção para onde essas coisas apontam. Ele não odeia os Assassinos de um jeito simples. Sente uma profunda tristeza e um inevitável remorso em matar seus antigos companheiros, questionando em vários momentos se o que está fazendo é realmente o certo. Porém, ele se agarra firmemente à certeza de que, no fim das contas, suas ações atuais pouparão o mundo de uma destruição maior. Liam O'Brien, seu melhor amigo desde a infância, continua do outro lado. Achilles, que o formou, continua do outro lado. E Shay sabe disso durante cada missão, cada confronto, cada escolha que o afasta mais do que um dia foi. Isso é escrita de personagem. Um homem convencido de que está fazendo a coisa certa num mundo onde ninguém tem certeza do que isso significa. A franquia sempre nos colocou do lado dos Assassinos por padrão. Rogue quebra esse padrão sem precisar dizer que os Templários são os mocinhos. Ele simplesmente te coloca na perspectiva de alguém que viu o outro lado da moeda e não conseguiu mais fingir que ela só tem uma face. [h2]O mundo e a guerra que ninguém lembra[/h2] A [i]Guerra dos Sete Anos[/i] é um dos contextos históricos mais subutilizados nos jogos, e Rogue usa isso a seu favor. O conflito entre França e Inglaterra pelo controle das colônias norte-americanas — chamado de [i]Guerra Franco-Indígena[/i] nos Estados Unidos — serve como o pano de fundo perfeito. [b]Essa porção americana do conflito colocou as duas potências europeias em disputa direta por territórios coloniais e rotas de comércio, frequentemente forçando tribos indígenas locais a se alinharem a um dos lados para garantir a própria sobrevivência.[/b] Esse cenário caótico redefinia fronteiras, destruía alianças antigas e colocava populações inteiras no meio do fogo cruzado. É nesse caos que Shay opera, num mapa vasto que inclui o congelante Atlântico Norte, o Rio Saint Lawrence e a Nova York colonial, além de cidades que começavam a florescer na época, como Halifax e Albany. A Irmandade e a Ordem dos Templários não estão alheias a esse conflito, ambas tentam influenciar o resultado da guerra para seus próprios fins, usando as Peças do Éden como moeda de poder num tabuleiro que vai muito além das batalhas que os generais reconhecem. A jogabilidade herda muito de Black Flag, combate naval, exploração de mundo aberto, parkour urbano em Nova York. Funciona bem, embora não reinvente nada do que a franquia já havia estabelecido. [h2]Eu faço minha propria sorte[/h2] Assassin's Creed Rogue tem seus problemas. O mundo é menor que o de Black Flag, algumas missões secundárias envelheceram mal, e tecnicamente ele carrega as limitações de uma geração de hardware que já estava no fim quando o jogo saiu. Não é o jogo mais bonito, não é o mais polido, e em alguns momentos sente que a Ubisoft estava com um olho nele e outro no Unity(que também não é outra maravilha), que saiu no mesmo período. Minha recomendação é direta: se você curte a franquia e nunca jogou, está perdendo uma perspectiva que nenhum outro título oferece. Se você nunca jogou nenhum Assassin's Creed, talvez não seja o melhor ponto de entrada. Obrigado por lerem. A vida adulta continua me deixando no chinelo, mas a análise veio. Comam água e bebam fruta. Se cuidem. E até a próxima análise.
好游戏,但没有中文
Наконец-то я прошел эту игру. Помню, ещё будучи подростком, скачивал и играл иным способом - так и не закончил, комп был слабый и т.д. А сейчас могу себе позволить поиграть официально и добавить в библиотеку Стима. Она стоит того, что бы быть в коллекции поклонников Assassin's Creed. Вам дают поиграть за тамплиера, только вдумайтесь. Выглядит на момент 2026 не сказать, что очень старо - нормально. Прошел на одном дыхании. Мне нравится эта игра больше Черного Флага. Тут есть какой-то конфликт и более интересен сюжет. Всё таки это офф пролог к AC: III. Есть знакомые персонажи. Для меня Черный Флаг - это филер, хороший, добротный, но филер. А тут хоть и короткая, но полноценная игра.
Nice! Quote: "Remember that Jesus Christ is the Way, the Truth, and the Life. Probably worth a google?"
The only bad thing here isn't the game itself, but Ubisoft Connect, which for some reason keeps asking me to change my password every day.
melhor que buceta
An absolutely beautiful game, as is the story told within it; Shay is an underrated protagonist—just as the game itself is underrated—but his story revealed that "the world isn't all sunshine and rainbows; it's a nasty place." I make my own luck 🍀🩷
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