
Paint the screen red and travel the cosmos in this bloodstained action adventure game! Witness the latest from Grasshopper Manufacture: the advent of ULTRA-VIOLENT SCIENCE FICTION!
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About
About ROMEO IS A DEAD MAN
Take control of the protagonist Romeo Stargazer in this third person singleplayer action adventure, split into various chapters. His story is both unpredictable and littered with intense battles, interspersed with side missions to suit the player's pace.
A story that transcends space-time
This game's story starts with space-time itself being shattered by a certain incident. Romeo, too, on the brink of life and death finds himself revived by a new kind of super technology. Thus he is recruited for the FBI's Space-Time Police as a special agent, and wanders the cosmos in search of criminals who've taken advantage of the situation at hand in an attempt to bring justice back to the universe. At the same time, he looks for clues concerning his missing girlfriend Juliet, and quickly comes to find both her disappearance and the destruction of space may be more linked than he thought. Donning the mask called Deadgear, what awaits Romeo at the edges of space-time?
Fight blood with blood
Romeo switches between swords and guns to fight. Wipe out the waves of enemies that stand in your path to give birth to a new kind of bloody action, and take down the fearsome space-time criminals that await. Absorb the blood of your enemies to unleash Romeo's special attack: Bloody Summer, capable of turning any situation around. Romeo's various weapons can be strengthened and altered as the story moves forward as he takes on even stronger enemies.
Grasshopper Manufacture's brand new title!
ROMEO IS A DEAD MAN is Grasshopper Manufacture's first brand new title in years! Players can expect a brand new unpredictable title that stands atop decades of experience!
Genres
Sums Steam only; PlayStation, Xbox publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $49.99 | 2.2Kreviews | 88% | — | $3.1M |
| $49.99 | 1.8Kratings | 92% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 817 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
♥♥♥♥♥ не понял, но очень интересно
Romeo is a Bedman?
暗い場面で頻繁にフリーズします。 起動オプションに -dx11 を入力する事で解決しました。
Media

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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, German, Spanish - Spain, Japanese, Korean, Simplified Chinese, Traditional Chinese, Italian, Portuguese - Brazil*languages with full audio support
| $49.99 |
| 283ratings |
| 90% |
| — |
| not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 818 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
I came here as a long time fan of Suda51 games, especially No More Heroes. I bought on launch day and decided to write a review after I get 100% in the game. And I did! As a NMH fan, this game was lots of fun. I still feel like NMH1 did some things better than Romeo Is A Deadman, but I think this game is better than 2 and 3 for sure. The combat is what you would expect from NMH, but with ranged weapons and different types of melee weapons. You can take it or leave it, but the guns are pretty necessary at some points. The Bastards are like your special abilities in NMH3, but you can pick and choose 4 from a long list of different bastards to use. The gameplay is fun hack n slash that I never got tired of, but I can see how others might. The art direction is probably the most incredible part about this game. The cutscenes and different "minigames" in Romeo Is A Deadman present in different styles of art, switching things up in such a way that I've never seen before in a game. The core gameplay very much has that uncanny Unreal Engine 5 look to it, but I got used to it. I was always looking forward to progressing through the game to see the new art styles I would see, and for this reason the game always stayed fresh until the very end. The performance was okay. I have a 3060 and a Ryzen 5 5600X and I did see my framerate drop when I hit many enemies at once and had the blood particle effects everywhere, but the game never got to the point of unplayable. All in all, this game was so much fun and was worth full price to me as a NMH fan.
I'm a big fan of Suda51 and I couldn't wait to get my hands on this one. Let's start with the bad first. There are some odd design choices that seem to intentionally slow down the game pace (cultivating bastards comes to mind), but it's unclear if the choices were meta commentary on the current state of AAA gaming, or just a misstep in an otherwise well paced adventure. Either way, they are very noticeable and di slightly lower my overall enjoyment. Outside of that little grievance, once this trippy space-time faring adventure of love gets going, it's hard to put down. Highly recommended for any action fan or anyone looking for a great gaming experience. Mind you, this game isn't going to be everyone's cup of tea, but what Suda51 game is?
SHINU WAKE NE DARO!!! Criado e roteirizado pelo famoso Goichi Suda, mais conhecido como Suda51, e dirigido por Ren Yamazaki, ROMEO IS A DEAD MAN é o mais recente jogo do time Grasshopper Manufacture. Para os fãs da equipe, ROMEO faz parte da grande narrativa "Kill The Past" de Suda, sendo uma jornada com elementos familiares, mas também com muita coisa própria e uma identidade única. O multiverso e espaço-tempo foram fragmentados e somos colocados no papel de Romeo Stargazer, um vice-xerife de uma pequena cidade sem nada em particular sobre ela que se apaixonou por uma moça, Juliet, que encontrou no meio da estrada sem nenhuma memória sobre seu passado. Romeo é morto por demônios, mas seu avô e cientista gênio Benjamin Stargazer o salva, o transformando em DeadMan e ganhando poderes incríveis. Agora, junto com seu avô que teve a consciência transferida para sua jaqueta, ele parte em uma jornada junto à polícia do espaço-tempo em busca de Juliet, que está envolvida com várias ocorrências de rupturas na linha temporal. Em tipica moda do Suda, você vai ser jogado no meio disso tudo e aos poucos vai pegando e entendendo as coisas, mas de início "Don't think too hard. Just feel the vibes". Sua gameplay é uma focado em combate corpo-a-corpo e com armas de fogo. Ele pode parecer ser um jogo hack and slash (algo focado na construção de combos longos e estilosos como Killer is Dead), mas seu design é algo mais similar a clássicos do beat'em up como Final Fight e os primeiros Streets of Rage, exigindo do jogador a habilidade de gerenciar hordas de inimigos, usando golpes diversos com funcionalidades específicas para influenciar os status dos inimigos, além de armas distintas com suas peculiaridades. São coisas como utilizar um ataque pesado aéreo em um inimigo armado para derrubá-lo, permitindo que foque nos outros inimigos ou utilizar a espada quando enfrenta um grupo de inimigos para aproveitar de seus ataques com grandes áreas de contato. Com uma diversidade boa de inimigos, cada um com seu moveset e habilidades únicas, há também a necessidade de priorizar alvos. O jogo possuí vários recursos para serem utilizados pelo jogador, itens que dão buffs temporários, o ataque BLOODY SUMMER que usa de uma barra carregada com o sangue de inimigos para desferir um golpe poderoso e também curar parte de sua vida, além de sistema de upgrades tanto das armas quanto do próprio Romeo, mas meu elemento favorito do jogo com certeza são os Bastards. Bastards são uma versão amigável dos zumbis que matamos durante o jogo, os quais você cultiva e pode utilizar em combate. Existe vários Bastards diferentes divididos em classes de ataque, suporte e técnicos. Além disso, eles podem ser fundidos, ficando mais fortes ou até mesmo virando um bastard totalmente novo. Bastards abrem um número de possibilidades absurdo para o jogador enfrentar os obstáculos. Ao conversar com um meu amigo e vendo o quão diferente foram as formas que cada um enfrentou os chefes do jogo meus olhos brilharam. É um combate com design arcade, criativo e muito recompensador, daqueles que você quer jogar e rejogar até masterizar e experimentar ideias doidas (tudo isso da perspectiva de alguém que jogou no difícil). Exploração é uma grande parte de suas fases. Todas requerem a procura por algum tipo de chave para abrir os caminhos e progredir. Cada uma executa a ideia de formas distintas e variadas, dando uma identidade própria para cada e evitando a mesmice. A convivência na espaçonave Last Night, que funciona como um centro de operações, também é um elemento muito importante aqui. Você irá frequentar muito esse ambiente, onde irá fazer upgrade em suas armas e Romeo, cozinhar curry com sua mãe, cultivar Bastards com sua irmã. Devo ressaltar que quase todas as ações no jogo possuem um minigame específico que elevam o que poderia ser uma simples mudança de números em um menu. Por exemplo, para upar Romeo você toma controle de um personagem em um labirinto, nele há inúmeros itens, cada um sendo um upgrade para um status diferente. Para andar pelo labirinto, você gasta Emerald Flowsion que pegou durante as fases. Assim, além de priorizar o status que deseja upar, é necessário pensar sobre a rota que irá fazer e considerar os demais itens ao redor dele. Na Last Night, conversar com os personagens também é algo que recomendo muito pois abre uma janela para caracterização deles, maior contextualização do mundo e seu funcionamento, e permite conhecer Romeo um pouco mais também. Seus visuais podem ser definidos como maximalistas. Sua "estética principal" é uma de "realismo estilizado", como nos bons e velhos tempos do ps2 e anos iniciais do ps3. Os designs dos personagens são puxandos para estética de animes, mas mantêm proporções e texturas que emulam a realidade. Usei o termo "estética principal" pois o jogo utiliza de diversas outras formas de mídias audiovisual. Desde sempre Grasshopper já é familiarizada com a prática, e em seus últimos jogos, Travis Strikes Back e No More Heroes 3, aplicaram muito isso. Romeo é mais um passo nessa jornada e o resultado é algo incrivelmente criativo e inspirador. Usando de animações em 2D, pixel art, gravações em live-action, estética de histórias em quadrinhos, até mesmo miniaturas. Tudo aqui é elevado ao máximo, com as huds dos aparelhos cheias de informações e gráficos e uma quantidade absurda de partículas e sangue jogados na tela durante a gameplay. Sua parte sonora segue a mesma ideia, tendo múltiplos colaboradores entregando músicas de diversos gêneros diferentes (até mesmo baião, sério) e são todas músicas incríveis, espero muito que lancem o álbum do jogo. Tudo é uma grande colaboração de múltiplos talentos que além de serem um deleite para os olhos, constroem a atmosfera e ideia de um multiverso e espaço-tempo fragmentados e bagunçados. =====SPOILERS DA NARRATIVA===== Sua narrativa, em típica moda Grasshopper, é uma recheada de abstracionismo, representações e temas. Uma história riquíssima, que pega desde a peça de Shakespeare, ao clássico do cinema Back to The Future e histórias em quadrinhos pulp, ROMEO IS A DEADMAN no seu núcleo é a jornada de superação de um ex-amor e a instrumentalização de um jovem confuso. Não confunda o jogo como algo pró-polícia e autoridades, durante sua duração somos dados pistas de comportamentos e ações bizarras dentro de nossa própria instituição, que orquestra todos os acontecimentos, incluindo a transformação de Romeo em DeadMan, para atingir seus objetivos. Ao fim, vemos que tudo é uma luta do sistema contra ele mesmo, tentando consertar seus erros às custas de inocentes. Além disso, a jornada pessoal de Romeo é o verdadeiro cargo emocional da história. Quem já passou por términos provavelmente conhecem o sentimento de ter toda sua realidade bagunçada, a romantização e idealização do parceiro, a vontade de encontrá-los e entender o porquê de tudo, e como isso pode alterar uma pessoa para o pior. Poxa, existe algo mais "Kill The Past" do que superar uma ex-namorada? =====FIM DOS SPOILERS===== ROMEO IS A DEADMAN é o tipo de jogo que me lembra o porquê sou apaixonado por videogames. Uma experiência de entrar em um mundo estranho, conhecer personagens únicos, com uma gameplay que é experimental e satisfatória. Como o próprio Suda falou em uma matéria antes do lançamento, vivemos em uma era dos "jogos perfeitos". Não querendo dizer que estamos em uma época repleta de jogos revolucionários e criativos, mas que jogos agora se tornaram um investimento e empresas buscam maximizar o público para garantir um lucro, criando jogos que buscam agradar muitos, sem arriscar ou experimentar, apenas executando coisas consideradas seguras. É por esse pensamento que passamos por uma época com sim, bons jogos, porém homogêneos. Todo jogo tem uma sensação parecida com o outro, mecânicas parecidas, estéticas parecidas. É nesse cenário que ROMEO IS A DEADMAN se destaca como um jogo que não busca agradar todos.
funny
This is a very interesting game from SUDA51. I really enjoyed the combat and the quirkiness of the story, even when I didn't understand exactly what the heck was going on. It starts to make a bit more sense as the game progresses. Upgrading system is cool. Can farm "dungeons" if you need to for weapon upgrades. Other upgrades come in the form of an arcade style PacMan-like 2D minigame. Then there's cultivating and combining your "bastards," which are basically in-game rechargeable powers. You get a lot of these bastard seeds in game so it's fun to grow them and play around with the results. Sound effects and music are 10/10 for me. Some areas in the game felt like a slog but it goes by fast. While messy at times, this game was a refreshing change of pace in a sea of copycats. The game looks and runs great on high end systems, can use MFG and DLSS if needed.
saturnian, prometheus and haLF a frequency ego dead man...AWESOME.
¿Deberías comprar Romeo is a Deadman? Sí, pero tienes que tener en cuenta lo siguiente: Si compras el juego esperando un NieR: Automata, Stellar Blade o Elden Ring, el juego te va a decepcionar. Romeo is a Deadman es un juego más pequeñito, con momentos y escenas más únicas, jefes y música fuera de lo ordinario. Cuando entendí lo que era este juego, lo comencé a disfrutar de verdad. El juego no está ni cerca de ser una obra maestra, pero vale la pena darle una oportunidad mientras esperas un juego más grande o si quieres vivir una experiencia única.
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