
Inspired by BioShock and System Shock 2, Void Bastards is a revolutionary new strategy-shooter that will test your wits as well as exercise your aim. Can you lead the misfit prisoners of the Void Ark through the derelict spaceships and myriad dangers of the Sargasso Nebula?
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
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Each DLC is estimated with the same model as a game, then summed — a modeled figure, not reported DLC sales.
Sums Steam only; PlayStation, Epic, Nintendo publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $29.99 | 5.4Kreviews | 86% | — | $3.7M |
| $29.99 | 605ratings | 90% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
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Reviews
Themes across 807 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
Didn't work out for me even though I thought it would. I mean, it's not a bad game, but it didn't click. I'd get a refund if I could.
[h1]Void Bastards. Morrer faz parte do contrato[/h1] [h2]1. Um FPS roguelike com alma de HQ cínica[/h2] Void Bastards já deixa claro seu tom desde o início, você é um presidiário descartável, acordado do criossono para explorar naves abandonadas no espaço com o objetivo simples e cruel de sobreviver, até morrer e ser substituído, o universo é hostil, burocrático e irônico, e o jogo abraça isso com uma estética de história em quadrinhos grotesca, cheia de onomatopeias, linhas grossas e humor ácido, aqui não existe heroísmo, existe improviso, covardia estratégica e a certeza de que você é apenas mais um corpo no estoque da corporação. [b]“No espaço, ninguém ouve você gritar, mas o jogo faz questão de escrever isso em letras garrafais.”[/b] [h2]2. Jogabilidade, atirar é só metade da sobrevivência[/h2] Na superfície, Void Bastards parece um FPS simples, andar, atirar, explorar, mas o coração do jogo está na gestão de risco, cada nave tem inimigos, layout, sistemas ativos (oxigênio, eletricidade, radiação) e recompensas diferentes, entrar despreparado é sentença de morte, a munição é escassa, armas são improvisadas, e muitas vezes fugir é mais inteligente do que lutar, o jogo recompensa leitura do ambiente e decisões frias, não reflexos rápidos. [b]“Aqui, viver mais cinco minutos já é uma vitória estratégica.”[/b] [h2]3. Debuffs e traits, quando o personagem é o problema[/h2] O maior diferencial de Void Bastards está no sistema de traits aleatórios, que transformam cada personagem em um experimento falho da ciência corporativa. Você pode nascer, anão, com hitbox menor, mas alcance reduzido. Gigantesco, forte, porém lento e fácil de acertar. TOC, gritando toda vez que pega um item, atraindo inimigos. Tremores, prejudicando a mira. Alérgico a certos inimigos, sofrendo dano extra. Viciado em cigarro, tossindo ocasionalmente atraindo inimigos, esses debuffs não são só piadas, eles mudam radicalmente como você joga, um personagem barulhento transforma stealth em caos, um gigante obriga combate direto, um frágil força fuga constante, é o jogo dizendo, sem piedade, você não controla as cartas que recebe, só como joga com elas. [h2]4. Buffs e perks, pequenas vantagens em um universo injusto[/h2] Para equilibrar o caos, existem buffs permanentes e temporários que fazem toda a diferença, entre eles. Mira perfeita, eliminando dispersão. Regeneração em determinadas condições. Resistência a tipos específicos de dano. Benefícios ao correr, ao recarregar ou ao evitar combate, esses buffs nunca tornam o jogo fácil, apenas menos cruel, eles funcionam como migalhas de dignidade em um sistema que espera sua morte como estatística, o progresso vem mais do aprendizado do jogador do que do personagem, você morre melhor a cada tentativa. [b]“O jogo não te fortalece, ele te educa pela dor.”[/b] [h2]5. Narrativa ambiental e humor corporativo[/h2] A história de Void Bastards é contada por fragmentos, anúncios corporativos, logs de naves, mensagens cínicas e regras absurdas, tudo reforça a ideia de que aquele universo é regido por capitalismo pós-humano, onde presos são recursos renováveis. [b]A morte não é tragédia, é processo. A identidade não importa, só o desempenho. O humor funciona justamente porque é desconfortável, você ri, mas sente o peso da crítica.[/b] [b]“Quando a morte vira protocolo, a vida vira custo.”[/b] [h2]6. Estética e som, HQ viva em colapso[/h2] Visualmente, Void Bastards é único, o estilo de quadrinhos não é só filtro gráfico, é linguagem narrativa, sons exagerados, efeitos visuais estilizados e textos sarcásticos reforçam a sensação de estar dentro de uma sátira cruel, cada tiro, cada impacto, cada morte parece uma vinheta de violência burocratizada. [b]“É como se Judge Dredd tivesse sido escrito por Kafka.”[/b] [h2]7. Conclusão[/h2] Void Bastards é um jogo sobre aceitar a própria descartabilidade e, ainda assim, insistir em seguir em frente, seus debuffs transformam cada personagem em uma piada trágica, seus buffs lembram que até pequenas vantagens podem significar tudo. [b]Não é um FPS sobre poder. É um roguelike sobre adaptação. É uma sátira sobre sistemas que moem pessoas. E no fim, quando você morre, porque vai morrer, o jogo não pede desculpas. Ele apenas imprime o próximo nome.[/b]
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This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
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Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, German, Spanish - Spain, Japanese, Korean, Portuguese - Brazil, Russian, Simplified Chinese*languages with full audio support
| $29.99 |
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| $0 |
| $29.99 | — | — | — | not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 811 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
ta weno
Highly addictive. A good game if you do not have enough time to play. Easy to learn hard to master.
if you're looking for a comedic loot driven vault diving roguelike, this does a much better job than similar titles such as Wasted. Your deaths here don't feel as punishing, exploring the locations feels more rewarding, and the AI and gunplay feels much better - despite your gun taking up a third or more of the screen.
Rebinding keys is all messed up. Plus, I can put crouch on my mouse thumb button. Opening/closing, locking/unlocking doors by pointing at a tiny target is quite frustrating.
It looks great and the humor is awesome. However, even on the most easy difficulty this game is just way too hard to be enjoyable. You have limited ammo yet unlimited enemies spawn. I don't think that either System Shock 2 or Bioshock were ever this hard. I would pass unless you're a masochist.
Game validated by the Holy Ordos, free from the stain of heresy.
The game does this quirky thing where each character has a random problem, like not being able to chose what gun you take or so on. You can't turn it off or decline. You have to play with the quirk. It ruins whatever would be good about it. Tight repetitive maps. It runs at low frames.
It's a fun game if you focus on crafting and upgrading weapons and then go in guns blazing. Otherwise it becomes super repetitive. Also it has one of the least climatic endings ever, so keep your expectations low.
Selling now
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Players by region
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