
Dead Rising returns with modern graphics in this Deluxe Remaster!
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
Availability
We put this game to every storefront we collect. A market that answered not sold has told us something about the game; a market we never asked has not, and the two are never drawn the same.
Discounts
Every price cut of more than 20% we have observed, in each market that quoted one, with this game's chart position on either side of it. These are episodes, not a model: a sale is one event, and one event cannot tell you what the next one will do.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 1/day in the week to Sep 8 → 2.29/day in the week after.
For scale, across Steam · Top Sellers · Brazil over the last 30 days: the 24 chart moves that followed a price cut of more than 20% went a median of 9 places towards #1, and the 2,404 moves with no price cut behind them went 2 away. One store, one chart, one country — it is the only place we have enough observations to say even that.
Prices outside the United States have been collected since 6 August 2026 and chart positions since 19 July 2026, so a cut older than that has no market to compare and a market that joined later has no history yet. Nothing here is converted between currencies.
About

Sums Steam only; PlayStation, Xbox publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $24.99−50% | 4.1Kreviews | 80% | — | $4M |
| $59.99 | 4.7Kratings | 87% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 851 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
soulless, capcom should stick to remaking resident evils with 80% of the assets from re2make
Dead rising Rewoked
This game uses way too much VRAM to the point that it stutters. It exceeded my 16GB, I have to lower my texture quality so much that it's not worth it at all.
Media

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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
13 of 15 markets; the rest we haven't asked for this title, not markets where it is unavailable.
13 on sale2 answered “not sold”0 we did not ask
The 2 “not sold” markets are read from the Steam price pass of Sep 2: that day the store answered for this game elsewhere and gave no price in those. The 13 priced markets are the same rows as the table above — each the latest price we hold, dated here when it is older than that pass. The 0 marked “not asked” were not put to this store at all — either it has no storefront there or we do not collect it yet, and neither is a statement about the game. A refusal is a refusal on one day; a store can list a title again tomorrow.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French*, Italian*, German*, Spanish - Spain*, Spanish - Latin America*, Portuguese - Brazil*, Russian*, Simplified Chinese, Traditional Chinese, Japanese*, Korean +2 more
| $24.99−50% |
| 1.1Kratings |
| 90% |
| — |
| not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 855 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
[h1] Tudo por um furo de reportagem[/h1] Esse game é o retrato descarado de jogos de sétima geração, com um ideia totalmente focada no combate e com sátiras bem feitas e com aquele humor besteirol clássico da dona Capcom. Iniciamos na pele do repórter Frank West, que está indo para pacata cidade de Willamette, onde se ouviu boatos de um surto coletivo por parte dos populares. Logo nosso repórter canastrão vai até lá em busca de um furo de reportagem que pode ser tornar a matéria de sua vida, Frank tem apenas uma câmera e um sonho. Esse game não se leva a sério desde o primeiro minuto de cena, tanto com falas toscas dos personagens, caras e bocas de inimigos e os famosos takes na bunda de toda mulher que aparece no game - principalmente na personagem Jessie. O combate desse ''Remake'' é muito divertido e extremamente satisfatório, partir ao meio zumbis com uma katana ou com uma motosserra é algo maravilhoso, o gameplay com arma de fogo deixa muito a desejar, já que os inimigos não infectados não reagem tão bem a tiros. Dead Rising ''Remake'' é aquele game que tu pega pra apenas desligar o cérebro e se divertir, o game tem uma duração aceitável e rende muitas risadas, principalmente nos encontros contra os psicopatas.
とても楽しみにして期待通りの楽しくてニコニコして進めていたが スナイパー親子登場から10分に一回の頻度でクラッシュが発生しやれたもんではない。もうええわ。 またしばらくして遊んでみます。
ok, good really REALLY like this, now do 2 with Off the record built in and MY SOUL IS YOURS
I liked it. One thing i did do was add a mod for the erotica photos to be added back. thought franks character model looked weird but that was the worst thing. The censorship didnt really bother me besides the erotica photos, i didnt notice the censorship only when compared to the original. The game has always been easy to me same with the original and i beat that when i was 7 so it feels the same. i feel like a lot are misremembering the originals difficulty. you do level up faster for me i liked it i like the game but i didnt really wanna do 3+ playthroughs to get max level. I didnt get this at full price i got it for like $30, 30 was worth playing an updated version to me.
[h1]Dead Rising Deluxe Remaster. Quando o caos retorna ao shopping[/h1] [h2]1. O que é Dead Rising e por que ele foi tão importante, bem-vindo novamente ao inferno consumista[/h2] Quando Dead Rising saiu em 2006, ele redefiniu o que um jogo de zumbis podia ser, enquanto o gênero ainda orbitava o horror claustrofóbico de Resident Evil ou a ação direta de House of the Dead, Dead Rising apresentou algo novo, hordas massivas na tela, liberdade quase cruel e um relógio que nunca para, Frank West não é um soldado nem um herói, ele é um fotógrafo oportunista preso em um shopping durante o apocalipse, a importância do jogo está justamente nisso, transformar o jogador em alguém comum, limitado, improvisando armas ridículas enquanto tenta sobreviver a centenas de mortos-vivos simultaneamente, o jogo não segura a mão, não explica tudo e pune erros com severidade, Dead Rising também foi um marco técnico, ver centenas, às vezes milhares de zumbis ativos ao mesmo tempo era algo impressionante para a época, mas mais do que tecnologia, ele marcou pelo tom, humor negro, violência exagerada e uma crítica ácida ao consumismo e à espetacularização da tragédia. [b]“Em Dead Rising, o apocalipse não começa no inferno, começa no shopping.”[/b] [h2]2. Comparação direta com o Dead Rising original[/h2] O Deluxe Remaster mantém a espinha dorsal intacta, o mesmo shopping, a mesma estrutura baseada em tempo, os mesmos casos principais e finais múltiplos, a sensação de urgência, o mapa labiríntico e o caos constante continuam lá e isso é fundamental, porque Dead Rising sem frustração controlada deixa de ser Dead Rising, em relação ao original, o remaster se mostra mais polido, a interface é mais clara, o controle mais responsivo e a leitura visual do ambiente foi melhorada, no entanto, essa modernização também suaviza parte da aspereza que definia o jogo de 2006, o original tinha uma crueza quase experimental, o remaster tenta torná-lo mais “jogável” para padrões atuais, ainda assim, a essência permanece, o jogo continua exigindo planejamento, sacrifícios e escolhas difíceis, você ainda não consegue salvar todo mundo e isso continua sendo parte da mensagem. [b]“Dead Rising nunca foi sobre vencer, sempre foi sobre aguentar.”[/b] [h2]3. Mudanças técnicas e de qualidade de vida[/h2] O Deluxe Remaster traz melhorias visuais evidentes, iluminação refeita, texturas mais limpas, modelos atualizados e desempenho mais estável, o shopping de Willamette ganha mais vida, ironicamente com cores mais vibrantes e melhor definição de espaços, além disso, há ajustes de qualidade de vida que tornam a experiência menos punitiva para novos jogadores, menus mais intuitivos, salvamentos menos frustrantes e pequenas correções no comportamento da IA, esses ajustes não descaracterizam o jogo, mas mudam sutilmente o ritmo, tornando-o menos hostil, para veteranos, isso pode soar como uma domesticação, para novos jogadores, é a chance de experimentar Dead Rising sem o choque brutal que o original causava. [b]“Mais acessível, mas ainda implacável.”[/b] [h2]4. Mudanças e censuras, o ponto mais polêmico[/h2] O aspecto mais controverso do Deluxe Remaster está nas alterações de conteúdo, algumas falas, piadas e caracterizações foram modificadas ou removidas, principalmente elementos considerados ofensivos ou anacrônicos, certos psicopatas tiveram diálogos ajustados, referências culturais suavizadas e situações reinterpretadas, aqui surge a divisão, Dead Rising sempre lidou com personagens extremos, caricatos e moralmente questionáveis, psicopatas não eram pessoas normais, eram exageros propositalmente desconfortáveis ao suavizar esses elementos, o remaster perde parte do impacto satírico do original, não se trata apenas de censura por censura, mas de uma mudança de postura, o jogo que antes abraçava o mau gosto como crítica agora parece pedir desculpas em alguns momentos. [b]“O problema não é tirar o excesso, é esquecer por que ele existia.”[/b] [h2]5. Influência em jogos de zumbis massivos[/h2] Dead Rising abriu caminho para uma nova abordagem de hordas, jogos como Dead Island, Dying Light, World War Z e até modos específicos de outros títulos herdaram a ideia de grandes quantidades de inimigos simultâneos, improvisação com o ambiente e a sensação de caos constante, a noção de usar qualquer objeto como arma, do ridículo ao mortal, também se tornou um legado direto, mesmo jogos que seguiram caminhos mais sérios absorveram essa liberdade sistêmica, Dead Rising mostrou que zumbis não precisavam ser apenas ameaça individual, eles podiam ser um cenário vivo, uma maré incontrolável. “Depois de Dead Rising, um zumbi sozinho nunca mais foi suficiente.” [h2]6. Psicopatas e sobreviventes, identidade, loucura e humanidade no caos[/h2] Um dos maiores pilares da identidade de Dead Rising está na forma como o jogo transforma personagens secundários em algo memorável, psicopatas e sobreviventes não são apenas obstáculos ou NPCs genéricos, eles são encarnações temáticas do colapso social, da insanidade e da fragilidade humana diante do apocalipse zumbi, os psicopatas funcionam como caricaturas extremas de arquétipos sociais, o segurança paranoico, o palhaço homicida, o veterano de guerra preso ao passado, o policial que cruza a linha entre ordem e abuso, eles não são vilões profundos no sentido clássico, mas são expressivos, cada um possui trilha sonora própria, introduções teatrais, comportamento imprevisível e falas perturbadoras, muitas vezes ofensivas, exageradas ou desconfortáveis, isso não é acidente, o jogo quer que você se sinta deslocado, em perigo e moralmente confuso, essas figuras representam o que sobra quando regras, leis e empatia deixam de existir. Já os sobreviventes são o contraponto humano, eles não são heróis, são pessoas comuns, medrosas, egoístas, agressivas ou simplesmente desesperadas, a IA limitada, frequentemente criticada, acaba reforçando essa identidade, eles erram, se perdem, entram em pânico. Escoltar um sobrevivente não é um ato mecânico, é um teste de paciência e responsabilidadeuando um deles morre, não parece um “game over”, mas uma falha pessoal do jogador, essa dinâmica cria algo raro, o jogador vira juiz moral em um mundo sem regras claras, vale a pena salvar alguém que vai te atrasar? Você mata um psicopata que ainda mantém alguma lógica própria? Ignora pedidos de ajuda para cumprir um objetivo maior? Dead Rising não responde, ele apenas observa. O resultado é uma identidade fortíssima, enquanto outros jogos de zumbi focam em hordas anônimas, Dead Rising se destaca por rostos, vozes, manias e traumas, psicopatas viram ícones, sobreviventes viram histórias emergentes, e o shopping deixa de ser apenas um cenário para se tornar um palco de tragédias individuais. É essa combinação de exagero, desconforto e humanidade imperfeita que faz Dead Rising ser lembrado não apenas como um jogo de zumbis, mas como um retrato caótico e cruelmente humano do fim da normalidade. [b]O original é lembrado como um jogo imperfeito, cruel e inesquecível; O remaster, como uma versão mais polida, acessível e menos ousada. “Dead Rising nunca foi feito para agradar todo mundo, o remaster tenta e é exatamente aí que mora a diferença.”[/b] [h2]7. Conclusão[/h2] Dead Rising Deluxe Remaster é, acima de tudo, uma forma de preservar um clássico, ele torna o jogo jogável para novas gerações e mantém viva uma das experiências mais únicas do gênero zumbi, ainda assim, as mudanças e censuras mostram que nem todo retorno vem sem concessões. O caos continua lá, o relógio ainda corre, as escolhas ainda doem, mas parte da ousadia original foi aparada para caber melhor no presente, mesmo assim, Dead Rising permanece essencial, porque poucos jogos tiveram coragem de rir do apocalipse enquanto nos faziam sofrer tanto dentro dele.
A fun game for those who enjoy killing zombies, but keep in mind that the story is cheesy and goofy.
i regret buying the full package with all the extras for pre order when it was being advertised a few weeks before release. never again will i pre order anything. south park was right
Active players
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Players by region
Where this game's players are, estimated from review languages.
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