
The Stanley Parable: Ultra Deluxe is an expanded re-imagining of 2013's The Stanley Parable. You will play as Stanley, and you will not play as Stanley. You will make a choice, and you will become powerless. You are not here to win. The Stanley Parable is a game that plays you.
Most likely between $8.9M and $25.2M. On 8 games checked against developer-reported sales, our median error is 11%. How we estimate →
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $24.99 | 94% | approximately $14.8M |
| PlayStation | $24.99 | 85% | — |
| Xbox | $24.99 | 92% | — |
| Nintendo | $24.99 | — | — |
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
Reviews
Themes across 1340 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
A very witty and entertaining game. Parts can actually be quite unsettling as well.
<3
game
Very fun. love the narrator
Я ждал, что на мои попытки вывести Рассказчика из себя, он скажет: "Стенли, иди нaxyй" Хорошее переосмысление: добавили много концовок, улучшили графику, дали ВЕДРО! Ведру я сопереживал сильнее, чем ВСЕМ персонажам Death Stranding (что с лицом, Кодзимба?) В игре геймплея, выборов и концовок больше, чем в любом "интерактивном кино". Рекомендую P.S. В игре, где вы можете поступать как вам скажут или как вы захотите есть достижение: "Не заходить в игру 10 лет". Вы можете подождать, или поменять дату на ПК и получить его сразу же, чем очень разозлите "Охотников за Достижениями"))) Оказавшись в игре, они-бы следовали всему что говорит Рассказчик.
Побольше бы таких игр ( в количестве, а не в номерах в конце названия). Такой интересный ребилд первой части , или второй или даже третьей. Как и раньш, слом 4ой стены и повествование закрученного сюжета, но с большим размахом. Советую однозначно!
It's a good game
Bom dia, boa tarde e muito boa noite a todos que vão ler esta análise, que carrega altas coesões num escritório vazio onde a única certeza é que alguém já decidiu o que você vai fazer antes de você decidir. Hoje vamos falar de um jogo que parece simples na superfície e que cobra caro de quem subestima o que está discutindo, e que vai te deixar sem saber se jogou ou se foi jogado. [h2]Era uma vez...[/h2] [b]The Stanley Parable é um jogo de exploração narrativa desenvolvido pela Galactic Cafe — Davey Wreden e William Pugh — lançado em outubro de 2013 usando a Source Engine.[/b] A versão que joguei, a Ultra Deluxe, foi lançada em abril de 2022 usando a Unity Engine, trazendo novos finais, novas áreas e uma camada extra de metacomentário sobre o próprio jogo. [i]Stanley[/i] personagem que controlamos é o funcionário 427 de uma empresa sem nome. Seu trabalho é apertar botões numa tela o dia inteiro — e ele é feliz assim. Num dia comum, as ordens param de chegar. Os colegas somem. Stanley sai da sala e o jogo começa. O Narrador — dublado pelo ator britânico [i]Kevan Brighting[/i] com uma precisão que alterna entre [b]autoridade, irritação e melancolia[/b] — começa a contar a história em terceira pessoa enquanto você joga. O problema é que o que ele narra e o que você pode fazer nem sempre coincidem. E é exatamente aí que tudo começa. [h2]Uma parábola moderna[/h2] Uma parábola é uma narrativa curta que usa situações simples para transmitir verdades mais profundas. essa seria a descrição do dicionário, na obra, é usado um escritório, um narrador e portas para falar de algo fundamental: o que significa ter escolha num mundo que já escolheu por você. A alegoria funciona em duas camadas simultâneas. Na primeira, o jogo é uma crítica ao trabalho moderno — Stanley aperta botões sem questionar, feliz numa rotina que não entende e que não precisa entender. É o retrato de qualquer sistema que transforma seres humanos em engrenagens e os convence de que essa é a condição natural da existência. Na segunda camada, mais profunda, o jogo é uma alegoria do próprio ato de jogar — e por extensão, de qualquer experiência onde alguém cria uma estrutura e outra pessoa a percorre acreditando que está fazendo escolhas livres. O que torna The Stanley Parable diferente de uma parábola tradicional é que ele recusa a moral explícita no final. Não há uma lição clara. Há uma pergunta que permanece — e o jogo confia que essa permanência é mais honesta do que qualquer resposta que poderia oferecer. [h2]"Bem vindo de volta"[/h2] O conflito central do jogo é simples de enunciar e impossível de resolver: você tem livre arbítrio dentro de The Stanley Parable? O jogo revela a ironia fundamental do medium interativo — enquanto nos é vendida a ilusão de liberdade, cada passo, cada caminho e cada final já foram meticulosamente delimitados e programados por quem o criou. Não havia intenção de dar respostas. Havia intenção de fazer perguntas que incomodam. O jogador que segue o Narrador encontra uma história. O jogador que desobedece encontra outra — que também foi escrita por alguém. Não existe saída do roteiro. Existe só a escolha de qual roteiro percorrer. E o jogo faz questão de te lembrar disso com um humor que é engraçado e perturbador na mesma medida. O ensaio que The Stanley Parable propõe não é sobre o que podemos fazer dentro do mundo virtual. É sobre como estruturas invisíveis nos controlam, dentro e fora da tela. Sartre dizia que as pessoas agem em má-fé quando se enganam para escapar da ansiedade da liberdade absoluta. The Stanley Parable usa isso de forma invertida — o jogador acredita que está se libertando ao desobedecer o Narrador, mas está apenas seguindo outro caminho que alguém construiu. A rebeldia foi programada tanto quanto a obediência. A livre escolha de ir pela porta da esquerda em vez da direita é tão real quanto o inverso. O fato de que ambas as portas existem porque alguém as construiu também é real. O espelho com a nossa existência é inevitável. Vivemos sob a crença de que possuímos total livre arbítrio, mas estamos constantemente sujeitos a regras sociais, biológicas e culturais que são invioláveis. [h2]O Narrador[/h2] O Narrador não é um vilão. É uma voz que quer contar uma história específica e que reage quando você não segue o roteiro. Às vezes com irritação. Às vezes com melancolia. Às vezes com um humor que te desarma antes de te cobrar. Ele é dependente de você tanto quanto você é dependente dele — e essa codependência é o coração emocional do jogo. Kevan Brighting torna o Narrador indispensável porque ele nunca parece malévolo. Parece alguém que se importa com a história que está contando e que fica genuinamente desconcertado quando você não coopera. Há uma tristeza nele que o jogo nunca explica diretamente e que funciona melhor por isso. [h2]O loop como mensagem[/h2] Os finais de The Stanley Parable não são desfechos — são posições filosóficas. Cada um uma resposta diferente à mesma pergunta sobre liberdade e controle. E o jogo sempre recomeça — não como falha, mas como argumento. A única forma de escapar do sistema é paradoxalmente sair do jogo. E mesmo isso foi previsto. A Ultra Deluxe vai além — adiciona novos finais e áreas, mas principalmente uma camada de metacomentário sobre o próprio processo de expandir um jogo que questiona a natureza dos jogos. Uma porta marcada com as palavras NEW CONTENT que o jogo usa pra rir de si mesmo enquanto se expande. O fim nunca é o fim. E é exatamente por isso que faz sentido que eu tenha jogado essa versão — ela é o jogo comentando sobre si mesmo em tempo real, do jeito que só The Stanley Parable consegue fazer. [h2]E Stanley era feliz[/h2] Em suma, The Stanley Parable É um jogo sobre você — sobre o que acontece quando alguém constrói todos os corredores possíveis e te diz que pode escolher qualquer direção. É curto, é único, e é o tipo de experiência que você termina sem saber se jogou ou se foi jogado. E essa dúvida, que o jogo planta e nunca resolve, é exatamente o ponto. Minha recomendação é total, com a ressalva de que não é um jogo pra quem quer ação ou progressão convencional. Obrigado por lerem esta análise. Qualquer dúvida ou comentários são mais do que bem-vindos. [url=https://www.youtube.com/watch?v=A0gU87ff0BA]O seguinte link ajudou na analise[/url] Comam água e bebam fruta. Se cuidem. E até a próxima análise.
oh ya
Unglaublich viel Inhalt. Habe nach 5h noch immer nicht alles gesehen. Der Erzähler hat ein wahnsinnig tolle Stimme (allerdings macht sie auch sehr müde, ist manchmal ein bisschen, als würde ich eine Geschichte zum Einschlafen bekommen, was aber nicht schlimm ist). Die Grafik ist wirklich schön, es gibt so viel zu erkunden und der Verlauf/die Map passt sich nach jedem Spieldurchgang ein bisschen an. Das Motto "F*ck around and find out" passt auf dieses Spiel wir Ar$ch auf Eimer (hehe, Eimer).