
Fight through Mordor and uncover the truth of the spirit that compels you, discover the origins of the Rings of Power, build your legend and ultimately confront the evil of Sauron in this new chronicle of Middle-earth.
Most likely between $18.6M and $52.6M. On 8 games checked against developer-reported sales, our median error is 11%. How we estimate →
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Sou um homem doente. Sou um homem rancoroso. Sou, sobretudo, um homem que passou horas demais perseguindo conquistas numa terra imaginária e que, apesar de compreender perfeitamente o ridículo da situação, continuou a persegui-las. Ninguém me obrigou. Fui eu mesmo quem transformou diversão em dever, passatempo em penitência e uma pequena notificação da Steam numa espécie de julgamento moral. Terra-média: Sombras de Mordor é um bom jogo. E talvez seja justamente esse o começo de todo o problema. Um jogo ruim pode ser abandonado sem remorso. Um jogo bom, porém, oferece prazer suficiente para que permaneçamos e pequenas crueldades suficientes para que essa permanência se transforme lentamente em ressentimento. O combate é excelente. Há uma brutalidade elegante nos movimentos de Talion. O jogador mata porque deseja matar, persegue porque foi provocado e invade fortalezas sem consultar uma lista de requisitos. Se um capitão foge, promete encontrá-lo depois; se outro destrói todo o planejamento, aceita o caos como parte da história. Ainda não transformou Mordor num formulário. O sistema Nêmesis é a maior virtude do jogo. Os inimigos recordam nossas ações, sobem de posição e retornam cobertos de cicatrizes. Um Uruk nos mata, zomba e transforma uma derrota qualquer numa ofensa pessoal. Sabemos que aquele rancor é programado, mas que importância tem a verdade quando a humilhação parece real? Regressamos, encontramos o capitão e o matamos. É mesquinho, naturalmente, mas esse é o triunfo de Sombras de Mordor: criar memórias a partir da humilhação. Entretanto, existe outra forma de humilhação, muito menos interessante, escondida nas conquistas dos desafios. No início, pensamos que elas serão apenas difíceis. O homem deseja acreditar que sua persistência possui valor e que suportar o incômodo o torna superior aos que desistiram. Assim, inicia uma tarefa maçante e inventa para si uma virtude. “Sou perseverante”, diz. Não. Apenas não conseguiu parar. Os desafios exigem mortes específicas e ações concluídas dentro de limites nem sempre claros. É necessário encontrar o inimigo correto, levá-lo ao lugar correto e finalizá-lo pelo método correto. Tudo deve ocorrer conforme o ritual. Então outro Uruk interfere. Uma criatura ataca. O capitão morre pela causa errada. A ação não é reconhecida. O objetivo permanece incompleto. O jogo não explica. Apenas nega. É como apresentar um documento numa repartição administrada por demônios burocráticos. Você preencheu todas as páginas e aguardou durante horas. O funcionário aponta para um campo vazio que ninguém havia informado existir. Falta uma assinatura. Recomece. Nesse momento, um homem racional abandonaria a tarefa. Mas o jogador de conquistas pensa nas horas investidas e imagina que desistir transformaria o esforço anterior em desperdício. Não percebe que continuar é justamente o que aumentará esse desperdício. Em vez disso, diz: “Já cheguei até aqui.” Até onde? A lugar nenhum. Mas chegou. E, por isso, continua. Há algo degradante em repetir uma tarefa que já não oferece prazer. Na primeira tentativa existe esperança. Na segunda, aprendizado. Na terceira, impaciência. Depois disso, resta apenas uma obediência rancorosa. O jogador já não deseja conquistar. Deseja terminar. Não busca satisfação. Busca libertação. A conquista deixa de ser prêmio e torna-se dívida. Cada símbolo bloqueado acusa silenciosamente: “Você não conseguiu.” É absurdo atribuir significado a isso. O jogador sabe que é absurdo e, exatamente por saber, sofre ainda mais. Foi assim que consultei guias e vídeos, lendo conselhos de jogadores com a gravidade de veteranos de uma guerra inútil: não saia do desafio, não permita que outro Uruk dê o golpe final e, caso não contabilize, faça tudo novamente. Tudo novamente. Essa é a verdadeira linguagem das conquistas. Não é a grande derrota que corrói a vontade, mas o capitão que morre pela causa errada depois de quinze minutos de preparação. Afastamo-nos da tela, juramos que basta e reconhecemos que existem centenas de atividades melhores para o nosso tempo. Então retornamos cinco minutos depois. Talvez porque o homem prefira concluir uma tarefa absurda a admitir que foi derrotado por ela. Ou talvez sejamos apenas tolos. Quando finalmente surge a notificação da conquista, sentimos alívio. Não alegria. Alívio. Durante alguns segundos, acreditamos que todas as tentativas foram justificadas. Mas logo compreendemos que nada mudou. A conquista existe. Nós continuamos os mesmos. As horas não retornam. E há outra conquista na lista. Apesar de tudo, recomendo Terra-média: Sombras de Mordor. Seu combate é prazeroso, seu mundo é envolvente e o sistema Nêmesis produz histórias espontâneas que muitos jogos jamais alcançaram. O que não recomendo com a mesma facilidade é a busca obsessiva por todas as conquistas. Algumas testam habilidade. Outras testam apenas quanto aborrecimento o jogador aceita suportar antes de admitir que já não está se divertindo. Talvez esse seja o verdadeiro desafio: perceber o instante em que o jogo deixou de ser prazer e se tornou obrigação. Eu percebi. E ignorei, o que é pior. Continuei movido não por entusiasmo, mas por ressentimento. Queria provar que as conquistas não podiam me derrotar. E, no entanto, derrotaram-me. Tomaram meu tempo, governaram meu humor e transformaram minha liberdade em rotina. No final, deram-me um pequeno símbolo digital e permitiram que eu fingisse ter vencido. Portanto, jogue Sombras de Mordor. Jogue-o livremente. Permita que os inimigos criem histórias, que os planos fracassem e que as batalhas terminem de maneiras inesperadas. Vingue-se daqueles que o humilharem. Persiga os que escaparem. Mas, quando abrir a lista de conquistas, lembre-se: O verdadeiro abismo está naquele momento silencioso em que, depois de falhar pela décima vez, você sabe que deveria parar, sabe que nada importante depende daquilo e, ainda assim, aproxima a mão do teclado e murmura: “Mais uma tentativa.”
Ахуй, но слишком простая боевка
A dinâmica de jogo e o contexto é muio bom . E a jogabilidade é excelente
[h3] 📢 Verdict: GRAB [/h3] [b]TLDR:[/b] A fun stealth-action game set in the LOTR universe. The main catch is the patented Nemesis system, which easily overcomes the somewhat clunky camera and controls. [list] [*] 🔄 [b]The Loop:[/b] The Nemesis system is absolute genius. It genuinely feels like you are waging a guerrilla war against a massive adversary. Gathering intelligence on your targets, such as learning target strengths and weaknesses, and manipulating rivalries makes planning your strikes deeply satisfying, especially once wraith skills let you turn enemies to your side. Combat is fluid and fun; it isn't overly difficult, but chaining combos, stuns, and finishers feels great. [*] 🎨 [b]The Vibe:[/b] Visually, the game holds up remarkably well given its age, especially if you enable the free ultra HD textures DLC. The Lord of the Rings atmosphere is solid throughout, and Gollum has his classic, wonderfully punchable personality, which I definitely count as a thematic win. Audio also holds up, with an immersive soundtrack that just screams LOTR. [*] ⚙️ [b]The Friction:[/b] The default field of view and movement controls can feel awkward initially. It almost ruined the first hour or two for me, until the flow clicked. There are also a few dated quicktime events scattered around, but they aren't overly bothersome. Menus are straightforward and easy to navigate, without much clutter. The only annoying bit was how gathering collectibles or completing events would automatically open menus, but I can let that go. [*] 🌐 [b]The Ecosystem:[/b] It is a massive shame that the Nemesis system is patented now, as more games desperately need a mechanic like this. The only other series that comes to mind with a similar mechanic was Mercenaries, but that's even more dated now. Still, as a complete singleplayer package with HD upgrades, it remains a fantastic experience that holds up years later. [/list]
Неужели пиздатая и самобытная игра по вселенной Колец? Так это же монолиты - они крутые кенты
If you love fighting games with combos this game is for you.
Absoluter banger! Hab´s durch und hat von Anfang bis Ende bock gemacht!!
Esse jogo é simplesmente perfeito, combate é uma delicia, a exploração é otima, o sistema de parkour é muito bom, o grafico extremamente lindo, personagens bem feitos, não tem muitos personagens secundarios, mas os que tem são bons e tem uma boa profundidade, sem contar o sistema Genesis que torna toda gameplay extremamente divertida, fui testar o jogo rapidinho, o jogo me prendeu tanto que quando fui ver tinha passado mais de 4 horas, se você ta atras de um mundo aberto, compre esse jogo e não se arrependera.
8/10 I don't think I have watched a single lord of the rings movie till the end but I still enjoyed this game so much that I was binging it 4-6hours a day, only complaint I have is that it's too easy, I died maybe 3 times throughout the entire game, and it kind of makes the nemesis system underwhelming because captains and warchiefs get replaced, changed, promoted, betrayed only when you die or progress the story enough, though towards the end you get to command them and choose who gets promoted and so on.
игра суперская еще не прошел но эта часть короткая как факт но очень экшоновая немного потная если играть без стратегии а так лютый чилл