
In this retelling of Dante's origin story which is set against a contemporary backdrop, DmC Devil May Cry™ retains the stylish action.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
14 of 15 markets; the rest we haven't asked for this title, not markets where it is unavailable.
Availability
We put this game to every storefront we collect. A market that answered not sold has told us something about the game; a market we never asked has not, and the two are never drawn the same.
Discounts
Every price cut of more than 20% we have observed, in each market that quoted one, with this game's chart position on either side of it. These are episodes, not a model: a sale is one event, and one event cannot tell you what the next one will do.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 4.71/day in the week to Aug 25 → 4.43/day in the week after.
Too few observations to say whether a discount moves this store's chart at all: across the last 30 days Steam · Top Sellers · Poland has just 18 day-to-day chart moves that followed a price cut, against 2,498 that did not. We are publishing the count instead of a direction — 20 is the fewest we will draw a conclusion from, and price collection outside the United States began on 6 August 2026.
Prices outside the United States have been collected since 6 August 2026 and chart positions since 19 July 2026, so a cut older than that has no market to compare and a market that joined later has no history yet. Nothing here is converted between currencies.
About
Add-ons
Each DLC is estimated with the same model as a game, then summed — a modeled figure, not reported DLC sales.
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 1075 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
就是没汉化其他满分
Such a great game. It's like an Alfred Hitchcock movie mixed with God of War and Constantine. Ninja Theory has delivered once more. Such a great game studio, sad to see them being shut down by ♥♥♥♥♥♥♥ Microsoft cancer
Jogar esse jogo logo após os últimos 4 jogos da franquia principal foi decepcionante, e eu vou admitir que me fez julgar esse jogo com mais rigidez que o comum. Só que, o nome do jogo é "Devil May Cry" e eu vou julgar ele como qualquer outro jogo da franquia. É impressionante o quanto esse jogo não consegue atingir nada do que ele procura ser. Até pode ter um combate interessante, mas quando você compara com os outros jogos, é supérfluo, beirando a simplicidade e mau gosto de Devil May Cry 2. As coisas se tornaram simples, e eu só consigo pensar que era pra atrair novos jogadores, mas toda a fluidez de combate, toda a estratégia, posicionamento e customização de combate foi embora. Eu devo dizer que eu gostei muito mais de jogar Devil May Cry 2 do que jogar isso aqui. Nada desse jogo consegue ser marcante de forma alguma. Nem mesmo o combate, que é a única coisa que eu vi sendo elogiada nesse jogo Na verdade, o jeito com que esse jogo ridiculariza a franquia principal e tenta, de forma falha, se desconectar dela, é marcante. Do jeito errado. Os inimigos não oferecem nenhum desafio pro jogador, com padrões rasos e ataques que não possuem quase nenhum tipo de punição. Chega a um ponto onde o jogo te força a usar somente um dos dois tipos de arma disponíveis no jogo para que você consiga derrotar um inimigo. Menos da metade do jogo e você já sabe lidar com tudo no seu caminho, a única coisa que muda com o tempo é a gama de combos no seu arsenal, que apesar de ser satisfatório, acaba não se aprofundando de forma alguma, ficando nas sombras dos jogos passados. A maior parte do arsenal do Dante é mostrado ao jogador na missão 2, o que faz com que o restante das coisas que você desbloqueia sejam habilidades que você só vai usar fora do combate, pra atravessar os desafios de plataforma do jogo, que eu devo dizer que são muito mal construídos. Devil May Cry sempre teve seções de plataformas nos seus jogos, eles não estavam querendo replicar o design e movimentação de algo como Super Mario 64 ou o desafio da precisão de Crash, tudo foi construído com base na movimentação dos personagens base, disponível desde a primeira missão. Mas esse jogo faz questão de criar uma mecânica nova que não agrega em nada pra gameplay além de fazer o combate do jogo, que é a única coisa divertida desse jogo (e olhe lá), demorar mais. Eu detestei ter que usar o devil pull e o agel lift pra fazer quase tudo, eu arrisco a dizer que a maior parte da gameplay é isto. E depois do capítulo 2, você já vê toda a extensão da profundidade dessas seções de plataforma. Eu fico estarrecido que esse jogo fez toda essa mecânica e não se deu o trabalho nem de fazer ela ser divertida, quando é a maior parte do jogo. Não tem UM puzzle até a penúltima missão do jogo, nenhuma pausa interessante de gameplay pra fazer você interagir com o cenário, as seções de plataforma são a única coisa entre os combates. Quer dizer, tem as portas para as missões secretas, mas o design desse jogo faz com que a sua exploração, na primeira jogatina, não seja recompensada. As chaves para desbloquear as portas que levam para as missões secretas estão em lugares óbvios em que você precisa de uma habilidade que ainda não possui para conseguir pegar os coletáveis, coisa que nunca aconteceu nos outros jogos. O limite do que você conseguia encontrar na primeira jogatina era, na maioria das vezes, nenhum. Você em tese conseguiria pegar todos os coletáveis do jogo na sua primeira jogatina, com o seu moveset base, mas eles estão escondidos, e vão passar despercebidos até que você jogue de novo. Percebe como é uma restrição natural? Ver uma porta que eu claramente não consigo acessar, mas posso chegar até ela explorando o mapa, é frustrante, não? Isso é um elemento de Metroidvania em jogo de ação. E outra: as missões secretas utilizavam das mecânicas do jogo de maneiras criativas e desafiadoras pra fazer com que você pensasse fora da caixa. Aqui, as missões secretas são unidimensionais, todas entediantes e com o objetivo claro e sem inspiração. Os chefões são simples, possuem um moveset tão básico quanto os inimigos normais, e em uma rotação você já absorveu tudo que o chefão consegue fazer. Sem mais nem menos. As recompensas pelos chefões são tão tristes de ver, as armas não possuem nada semelhante aos chefões em que você as recebe. Um demônio te dá uma arma angelical, uma súcubo te dá uma gauntlet. As lutas parecem mais cutscenes glorificadas, com um tiquinho de gameplay aqui e ali. O último chefão é o maior exemplo disso. Todo o combate com ele é constantemente interrompido e a única maneira de deferir o último golpe é ativando o Devil Trigger. Se você tiver sem Devil Trigger, chefão fica parado, sem fazer nenhuma ação até que você dê um único ataque com Devil Trigger. E pra adicionar sal na ferida, essa última luta tenta replicar a luta de outro chefão da franquia principal, que é infinitas vezes mais difícil. Outra coisa que me incomodou bastante, é que parece que no começo de cada missão você ficava um tempo sem fazer nada. Só andando. Todas as suas opções de movimento são bloqueadas, você só pode andar enquanto vê o cenário do jogo ou a história se desenrolando. O que não seria um problema se a história fosse boa, ou se os cenários desse jogo fossem tão marcantes quanto os cenários de Devil May Cry 1. E quanto a história, é tão ruim quanto falam. A narrativa desse jogo parte do pressuposto de que o consumidor é burro, te apresentando personagens unidimensionais que não passam por nenhum tipo de desenvolvimento significativo, comparações rasas com o mundo real e um desespero constante em tentar ser algo adulto com linguajar vulgar sendo jogado a torto e a direito. Qualquer mulher nesse jogo é descrita com as palavras "♥♥♥♥♥" e "♥♥♥♥♥" como se não fossem nada além disso. É frustrante ver tudo se desenrolar pois a profundidade dessa história lhe é apresentada durante os primeiros minutos de jogo, e não se estende mais que isso. De novo, eu sei muito bem que eu estou com um grande viés por conta dos outros jogos da franquia, mas eu simplesmente não consigo achar uma desculpa pra esse jogo. Ele tem momentos bons, sim, eu falei do combate do jogo, mas tem momentos que é satisfatório. Tem também uma missão que o estilo de arte muda pra casar com a narrativa que eu achei um recurso muito bonito, as músicas em algumas partes são interessantes, mas essas são genuinamente as únicas coisas que eu consigo dizer de bom dessa experiência. Esse Dante não me agrada, e não por ser algo diferente, é que ele quer ser um substituto, ridicularizando a encarnação passada do personagem ao mesmo tempo que tenta se aproximar dele, de um jeito muito tosco. O Virgil nem se fala, ele é totalmente apagado da história até o final. A Kat é tão apagada quanto. O Mundus é um vilão que não passa medo, não passa o sentimento de desafio final. A escrita do jogo é brega e muito vergonha alheia. Não é que eu gostaria que esse jogo fosse igual aos últimos da franquia, eu comecei a jogar já sabendo que ia ser algo muito diferentes, eu consigo ver um mundo onde esse reboot teria dado certo caso escolhas melhores fossem feitas. Mas é que nada nesse jogo é remotamente divertido pra mim. Por todos os motivos que eu citei. A sensação que senti foi que o tempo inteiro esse jogo estava tentando ser um substituto, ao invés de algo novo. E parece o tempo todo que estavam convencidos disso, e eu tomei isso como um insulto. Esse jogo tenta apagar o legado dos outros com a direção artística sem inspiração, game design sem criatividade, com personagens vazios, sem carisma e uma narrativa que assume que o jogador é burro. Foi uma experiência frustrante do começo ao fim, não consigo dizer nem que tem um jogo bom aqui se fosse retirado o título de Devil May Cry. Todos esses elementos soltos, sem desenvolvimento, sem sinergia entre si, sem nenhum aprofundamento, fazem com que DmC: Devil May Cry, nos meus olhos, não passe de uma fantasia de um adolescente frustrado.
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14 on sale1 answered “not sold”0 we did not ask
The 1 “not sold” market is read from the Steam price pass of Sep 9: that day the store answered for this game elsewhere and gave no price there. The 14 priced markets are the same rows as the table above — each the latest price we hold, dated here when it is older than that pass. The 0 marked “not asked” were not put to this store at all — either it has no storefront there or we do not collect it yet, and neither is a statement about the game. A refusal is a refusal on one day; a store can list a title again tomorrow.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, German*, French*, Italian*, Spanish - Spain*, Dutch, Polish, Portuguese - Brazil, Russian*languages with full audio support
Hours played at review time, across 1.1K reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
As everyone says: Good game, bad Devil May Cry. Mostly because of the reboot of Vergil’s character and letting out important characters like Lady or Trish. Ngl, the gameplay is entertaining af, I’d say one of the best in the series with DMC5. The movement is agile, the inputs feel great and overall it’s a pretty good feeling when fighting, you won’t get tired of it unless you don’t memorise simple combos or can’t manage to get the basics. The enemy variety is really mid. It’s just enough so you don’t get tired of fighting the same enemies all over, but it’s also not enough to make you say: “Wow, this game really has a great cast of mobs that I can hit” There’s enough mechanics to make you know the game was made with love, and they’re being added naturally to the story as it progresses. Although, the camera does stumble a bit and sometimes looks like it just hit the wall and won’t continue moving. About the story, if the characters were named, idk, Michael and Jack instead of Dante and Vergil, this game would’ve been a pretty solid Hack and Slash. There’s a certain point where it reaches a climax and you won’t be able to stop. I’d say it consumes you about 4 hours to finish the game in one session from this point, so be ready. It’s really entertaining and, you can see that they tried to make the story a bit less chaotic and more straight-forward for those who aren’t used to the japanese classic storytelling. Very good level design, it’s got good variety and creative ways to use the environment. Music is decent and artistic design is also good. It’s got good, really good graphics for a 2013 game and also a great artistic team, the character designs are all pretty memorable. The amount of weapons feels good, and they have great synergy between them, allowing for longer combos that feel like scratching that back corner of your brain that hasn’t been activated since last month. There’s actually a quite good mission variety and can fluctuate between pure action and some other quests. It’s a good rest from all that slashing. Mission 10 is specially well built, feels like a true journey through a psychedelic other world. They maintain some of the humour of the previous games for the reboot, and that’s something great. Dante hasn’t lost his personality, rather they changed it into a more emo and american Dante. Can’t say the same with Vergil, tho; they massacred him into a sidekick. All the story with Sparda and Eve is pretty decent. I like it, plus, the fact that the twins are now Nefilims and not Half-Humans is a pretty good idea. And they implement that in the story by adding Angelic and Demonic weapons, emphasizing the mixed blood of Dante. Only thing I find strange is the Devil Trigger. It’s a nice reference to the original Dante using his OG colour palette, but Dante having a Devil Trigger and not an Angel Trigger is quite amusing, considering this time he’s Half-Half.
I know is not the main story but this game is freaking awesome. I fully recommend
excelent
jugue esta bosta para ver que onda, es un 7/10 para mi tiene los enemigos mas hdp y las partes mas horribles llegando al final del juego, tiene una banda sonora exquisita y un sistema de combate bastante comodo los enemigos estan bien salvo por 2 casos, las brujas de mierda y los demonios con 2 espadas de ahi en mas no esta tan jodida la cosa DmC devil may cry no me parece tan mal juego ahora me queda jugar el dlc de Vergil
♥♥♥ хйня 👍 👍 👍 👍
super
рекомендую!
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