
Winner of over 80 awards, CONTROL is a visually stunning third-person action-adventure that will keep you on the edge of your seat.
Most likely between $22.8M and $64.7M. On 8 games checked against developer-reported sales, our median error is 11%. How we estimate →
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $39.99 | 86% | approximately $38.1M |
| GOG | $5.99 | 84% | #7 |
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
Reviews
Themes across 2651 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
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Reviews
I LOVE YOU DR DARLING I LOVE YOU CASPER DARLING MY BELOVED
Remedyverse. Play it
Control is just not my kind of game, honestly. Maybe I just didn't get its style, but I didn't like it.
Ah, Remedy my Beloved. Another title that doesn't fail to blow me away. All Remedy Connected Universe games somehow have such a deep story while maintaining replayability and immersive gameplay. This game feels like it's meant to reinforce the idea that Remedy still got it and that every single game they produce is legendary. Yes, there are collectibles, yes, it has a ridiculously big map and yes, some achievements need a lotta time to get, but none of it feels tedious and it doesn't strip away the immersion and the AWE (pun intended) from the scenery and plot. The base game isn't too long, the progression is good, but the weirdest thing - 100%ing doesn't feel like a chore! You [i]want[/i] to have that beautiful 100% mark on Steam. I recommends experimenting with loadouts and playstyles, as it gives the game even more diversity. Control is the game I will have on my GOAT list for years to come. Can't wait for Control Resonant to finally come out!
场景美术很有独特风格,渲染的恐怖氛围和神秘感很到位;世界观在怪谈、scp等基础上做了自己的延申和改编,融合在剧情里很有意思;人物建模毕竟是古早游戏不够生动,但不是致命缺陷;玩法有自己的符合世界观的创新,但是部分时候缺乏引导
Control é um jogo bizarro! É a prova de que a REMEDY é uma empresa diferenciada, e que sempre entregará propostas únicas, criativas e arrebatadoras, além de tecnicamente impressionantes para um estúdio que teoricamente não é absurdamente rico e não dispõe de bilhões de dólares para criar seus produtos – é o resultado do amor e paixão de seus criadores/desenvolvedores pelo vídeo game enquanto mídia artística. Aqui você encarna Jesse, uma mulher aparentemente apática, que entra na FBC (Departamento Federal de Controle) em busca de seu irmão, este que tem poderes sobrenaturais e que pode ter sido capturado pela agência – é escolhida por uma arma especial que a constitui enquanto diretora da agência, o que leva ela a se envolver e desvendar os mistérios ali ocorridos, enquanto enfrenta um mal oculto. Nesse caminho, o jogador passa a explorar, em estilo metroidvania, toda essa agência (construída realmente com uma estética de escritório burocrático, porém cheio de bizarrices de ficção ciência de horror), e aos poucos vai liberando um rol absurdo de habilidades e superpoderes, e seguindo em desvendar os mistérios e resolver os problemas sobrenaturais de toda a ordem que tomaram as instalações. Como eu disse: Control é bizarro! Tem elementos de todo o tipo de jogo aqui, mas mistura isso com bastante identidade, o que o torna um jogo altamente recomendado por ser meio único – qualidade esta um tanto rara nos jogos hoje em dia; temos aqui um jogo de ação-aventura, tiro em terceira pessoal, com batalhas por vezes cadenciadas, mas mais frequentemente em ondas de inimigos (hordas), com elementos criativos de sci-fi e horror de mistério – tipo um Arquivo X – e onde sua personagem vira uma espécie de super heroína, com direito a superpoderes telecinéticos – ou seja, é um jogo que é muitas coisas, e busca integrar bem todas elas – ainda que nem sempre consiga, já que seu excesso de elementos pode criar o efeito PATO (faz tudo, mas não necessariamente com excelência; voa, mas voa mal; nada, mas nada mal; anda, mas anda mal…) Nesse sentido, é importante dizer que Control tem elementos de excelência, afinal é um jogo excepcionalmente bem construído em seus conceitos, além de ser parte do universo de Alan Wake, o que já traz algo especial aqui – mas sofre com defeitos graves, sendo a exploração e a narrativa os defeitos mais destacados. O ponto é que é confuso explorar os mapas de Control, seu level design é muito pouco intuitivo, e não tem mapa decente aqui para ajudar na exploração – por ter essa cara de departamento público, os cenários são muito parecidos, meio repetitivos até, e não ajudam a suavizar a exploração confusa – e por ter esse elemento de ir e voltar, a sensação de ficar perdido é frequente. Quanto a história, a verdade é que Control é mais interessante enquanto conceito, e não muito por sua história e narrativa em si - toda a parte envolvendo o irmão da Jesse acaba virando só mais uma missão no meio de uma lista de tantas – e sequer é a missão mais interessante dessa lista – o que é um problema, quando todo o infortúnio e busca dos mistérios deste mundo são fundados numa irmã tentando salvar seu irmão. A verdade é que Control promete mais do que entrega, em termos narrativos aqui, além de ter um final anticlimático, a história parece evidenciar o trabalho burocrático de sua protagonista, e esvazia o elemento humano mais passional. Nos combates, ainda que estes sejam divertidos e dinâmicos com os poderes e a intensidade das hordas, fica a crítica a uma certa injustiça – o jogo vai te mandando hordas e hordas de inimigos em determinados trechos, mas eventualmente, no meio dessa horda, vai vir um ser que com um único ataque vai deixar o jogador em estado de hit kill, e isso é muita sacanagem do jogo, pois parece injusto – já que sua vida pode estar 100%, e ainda assim o menor erro pode te obrigar a lutar desde o início com as hordas, já que os checkpoints não são generosos – não considero, entretanto, esse o mais grave dos defeitos, ainda que por vezes o jogo fique um tanto frustrante por causa dele diante de uma alta punibilidade desbalanceada. Apesar de suas falhas, e de um ritmo cansativo, até injusto em determinadas batalhas de hordas, Control é um jogo diferente, e por ser diferente, por tentar coisas novas, e por ser fruto de uma imaginação rica e conceitualmente poderosa, além de mais um capítulo dentro universo de Alan Wake, acaba sendo um jogo realmente digno de uma honesta recomendação.
so much fun than i expected
Yeah it was pretty good - recommended if you fancy some seriously strange David Lynch-esque thriller
It's a fun game but I definitely have my gripes. The Pros: Graphics are great, world is immersive, good amt. of lore, well optimized and plays well on handheld PCs (e.g. Steam Deck), definitely some creativity in the storytelling, gunplay can be fun The Cons: For one, after a while, the combat becomes a little bit stale - between Shield, throwing objects, and gun I was left wanting more and feeling a bit more satisfied. Enemy variety is also a bit lacking outside of bosses The story can be confusing at times. I get that it's the point of the game and the mystery around the BOC, Hiss, etc. is important, but the game felt a bit rudderless at times (FIND X PERSON, FIND Y PERSON THEY WILL SURELY KNOW WHAT IS GOING ON)
挺好玩的,可惜就是我这辈子再也不想找那个破路和和路标了