
MONOTONIA: First Contact is a prologue-format experience, free and essential to pave the challenging and definitive cycle of MONOTONY. Work, pay your bills, and survive!
Revenue comes from in-game items and microtransactions, which our price-based model doesn't estimate. The player count below is how many people own it, not what they spent.
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Languages: English*, Portuguese - Brazil*languages with full audio support
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Reviews
Themes across 44 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
O jogo é um petisco doq ele dá a entender do que vira a a ser o prato principal, o jogo em si já tem um storytelling mto direto com o jogador, e não poupa elementos pra mostrar como a vida é dentro do sistema capitalista estou no aguardo para saborear o prato principal
É simples? Sim, mas também é divertido, engajante e bem feito. Monotonia: First Contact é como um gostinho do que Monotonia será. Há questões técnicas que podem melhorar, como eu falei diretamente para os desenvolvedores, mas o game atinge muito bem seu objetivo. Fiz 6 runs diferentes, cada uma fazendo uma coisa, e fiquei entretido em todas. Esperando ansiosamente para o próximo capítulo dessa jornada.
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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Hours played at review time, across 44 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
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The struggle is real. Work, pay bills, feed your dang pets and repeat that until you are a soulless sack of meat. Live your life people. Don't work your butts off and not enjoy life. Live it! Don't grow old and gray like I am and miss out on good times because you slave away. Listen to me kids, especially you Zoomers. My father worked his butt off his whole life just so us kids could pretty much have everything we wanted. But you know what? I would trade all the material things just to spend time with my dad when I was younger. He was always working, working, working. We made up for lost time at the end of his life, because he was retired. I will cherish these moments forever. Love and miss you dad.
Jogo simples, com uma boa arte e uma história de fundo intrigante e interessante. O jornal é algo maneiro, mas os demais elementos são bem estranhos, como o telefone que fica tocando e tu não sabe se tem que mexer nele ou não, pois não tem como fazer nada além do fliperama. Está mais para uma demo do que um jogo completo, mas como é de grátis, é possível aceitar ser super curto e simples. Recomendo e estou esperando o lançamento do novo jogo.
Impactante, intenso, aterrorizante e surpreendentemente real. Monotonia é um reflexo triste de uma sociedade quebrada e uma mensagem absurdamente necessária sobre um sistema econômico que traz sofrimento ao trabalhador. Muito empolgado com o que vem por aí!
[h1]Ficção distópica ou vida cotidiana?[/h1] [hr][/hr] [i]Monotonia: Primeiro Contato[/i] sintetiza uma crítica satírica - e portanto tragicômica -, das mazelas mais notórias de um sistema capitalista tardio e falho. Ainda que perceptivelmente baseado em questões concretas de uma sociopolítica brasileira bastante tangível (visíveis por meio do signo da estrela vermelha como tentativa última de resistência, nos anúncios envolvendo NFTs e demais temas e figuras da pauta neoliberal etc.), os apontamentos feitos pelo jogo podem servir de apoio para se pensar de maneira crítica o retrocesso econômico e político seguido tal como tendência por múltiplas nações do mundo na contemporaneidade, seja na América, na Europa ou em demais continentes. O semantismo mais fundante do que rege o caminhar da obra está na básica oposição entre liberdade (axiologicamente eufórica) e opressão (axiologicamente disfórica), esta última representada pelos valores da [i]Human and Power Inc.[/i], destinadora manipuladora - por intimidação - dos acontecimentos deste prólogo. O jogador assume o papel de um personagem do tipo [i]self insert[/i], que é trabalhador da empresa supracitada, no dever de lutar por sua sobrevivência em um mundo caótico e nem tão distópico, bastante relacionável dentro dos limites da realidade de cada um. Há verossimilhança em ter de trabalhar por migalhas; em um ambiente exploratório pautado pela miséria daquilo que é insuficiente até mesmo para as necessidades mais básicas, isto é, comida, luz, moradia e demais dívidas. O [i]game[/i] segue um sistema de [i]waves[/i]/ciclos (meses) com mecânicas bastante básicas (e igualmente funcionais): deve-se apertar um botão em um painel de comando para controlar a direção de uma nuvem diante de trilhos; o jogador precisa manter a nuvem em posição correta para produzir energia, ganhar dinheiro e não ser rechaçado pelos aparentes responsáveis pelo controle da empresa. Coletar itens (pilhas e anúncios) aumenta sua produtividade. As fases dependem bastante de [i]RNG[/i]. A cada término de ciclo, opta-se por um [i]upgrade[/i] dentre cinco possibilidades totais - aumento de duração do ciclo, aumento de energia gerada por pilhas, aumento de energia gerada por anúncios, diminuição de tempo consumido por anúncios e redução de "pecados" promovidos por erros prévios de posicionamento da nuvem, que podem acarretar [i]game over[/i]. No momento subsequente a cada fase, bem como em [i]Papers, Please[/i], é necessário dividir os ganhos do mês por entre contas a pagar: dívidas parceladas, mantimentos, eletricidade e aluguel. Deixar de pagar aluguel ou comida gera [i] game over [/i] imediato. As demais contas estão relacionadas a [i]gimmicks[/i] mais complexas que devem ser testadas. Como o título já sugere, o trabalho representado é monótono, tal como a própria [i]gameplay[/i] subjacente à narrativa, munida de poucas mecânicas. Contudo, não se engane: o brilho do [i]GDH Studio[/i] no desenvolvimento deste produto está na atmosfera criada, cujas principais sensações despertadas são as de desconforto e estranhamento. O clima é denso, misterioso, amedrontador. O ambiente de trabalho é escuro e silencioso, tudo que se ouve é o som de gritos como índices de tortura; tudo que se vê é o brilho vermelho dos olhos dos supervisores que ameaçam te capturar a cada passo em falso. A semiose visual do [i]game[/i] é de se destacar: como em [i]Bioshock[/i], notamos a presença de publicidade e propaganda como ferramenta de influência e espraiamento ideológicos; como em [i]Fallout[/i], o mascote da [i]Human and Power Inc.[/i] pode trazer familiaridade, tendo em vista suas semelhanças com o [i]Vault Boy[/i], por exemplo. Há algumas possibilidades de final, em decorrência do gerenciamento de recursos e exploração de mecânicas por parte do jogador. Dentre o que se pode alcançar, adianto, há esperanças. Apesar de contar com alguns [i]bugs[/i], a simplicidade aqui é encantatória; aguardo (e muito) o que virá pela frente! Viva os jogos brasileiros! [hr][/hr]
A neat game for free, just an hour long to get both endings and a couple extra achievements. Would say 9/10 but the last puzzle was a bit weird in how it conveyed info, had look up one of the parts, so 8/10.
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