
On Halloween night, a group of teens tells horror stories, and each one comes to life in Lost Sanity. In the first chapter, Call of the Sea, you play as Megan Claire, trapped in an underground prison while cultists awaken a marine entity; slip through shadows, follow clues, and guard your sanity.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About

Lost Sanity is a horror anthology where stories told by a group of teenagers on Halloween night come to life. Each tale becomes a playable chapter, revealing worlds that exist only between flickering candles, tense breaths, and the kind of imagination no one dares to admit is real. Here, every narrative is a door, and not all doors can be closed once opened.
Lost Sanity: Cthulhu is the FIRST chapter of the anthology, with approximately 1 hour and 30 minutes of gameplay.

The first chapter drags you into the depths of the unknown. In a sunken, forgotten city, a cosmic entity waits in absolute silence. Meanwhile, cultists gather inside an isolated cavern, performing rituals that slowly tear open the thin boundaries between the mundane and the unfathomable.
Call of the Sea is not just a story about awakening something ancient, it's about the weight of the unknown pulsing behind every damp wall and the unsettling certainty that water, even distant, is always listening.
You awaken as Megan Claire, a former reporter who thought she had seen it all… until now. Waking up in an underground prison is merely the prologue of the nightmare: footsteps outside, silence inside.
Your mission is simple in theory: survive and escape. In practice, every inch you crawl demands absolute attention, quiet breathing, and the courage to move forward without knowing if someone, or something, is moving toward you.

The game rewards those who think like a shadow.
Move silently, observe patterns, use objects in the environment to divert attention, and create opportunities to flee. Stealth isn’t just an option, it’s a law. As the ritual advances, noise doesn’t attract only the cultists… it attracts what they worship.

Every corner of the cavern, every lost note, every forgotten artifact reveals a fragment of the world. Interact with objects, piece together the cultists’ timeline, and uncover how Megan ended up there. The horror deepens when you realize that answers never come alone, they always bring new questions.

There is something in the darkness that never sleeps.
Something that senses every movement, even when you try to be invisible.
Lost Sanity: Cthulhu doesn’t rely solely on jump scares, it cultivates psychological tension, a silent presence, and the creeping feeling of being evaluated. Danger doesn’t always approach; sometimes, it simply waits for you to look back.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, Portuguese - Brazil**languages with full audio support
Engagement
Reviews
it's a good looking game, a few jump scares, the BGM really helps build the atmosphere for the next chapters I hope to see improvements in UI and UX mostly: - there's no feedback when you interact with locked doors if you don't have the key to open - you can't change the language of the voice lines without changing the language of the game - there's no option to turn off motion blur - sometimes I interact with an object and when I try to close it it opens again I think those were the things that bothered me the most, if you can look past those, you'll probably have a good time
mo ansiedade pra lançar e lançou bom dms pqp
Media

Related
Related
Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Related
| Game | Estimated lifetime revenue | Reviews | Review score | Price |
|---|---|---|---|---|
| $5.3K | 251 | 55% | $0.99 | |
| $5.3K | 104 | 91% | $2.39 | |
| $5.3K | 83 | 58% | $3.99 | |
| $5.3K | 58 | 55% | $4.99 | |
| $5.3K | 335 | 86% | $0.99 | |
| $5.3K | 83 | 80% | $2.99 |
Related
| Game | Estimated lifetime revenue | Reviews | Review score | Price |
|---|---|---|---|---|
| $738.5K | 9.3K | 77% | $5.99 | |
| $6.1K | 54 | 65% | $4.99 | |
| $4.9K | 24 | 96% | $7.99 | |
| $402 | 12 | 67% | $1.99 | |
| — | 0 | — | — | |
| — | 0 | — | — |
Hours played at review time, across 23 reviews with recorded playtime.
Caraca, esse jogo é extremamente arrepiante! Em varios momentos me senti dentro de uma aventura caótica de RGP. cenários lindos, dublagem em portugues e em ingles, e uma experiencia digna do grande cthulhu!!! super recomendo!!!
really fun lovecraftian game, with a great atmosphere. definitely worth checking out if you re into psychological and cosmic horror!
Não porque recebi de graça que irei passar pano pra alguma coisa ou algo do tipo. Pra começar, o jogo é bom sim! A história é muito interessante. As animações são boas. As vozes e dubs não são as melhores mas tem qualidade. Os cenários são lindos. Muito bem construídos e passam exatamente a sensação que deveriam. Achei que no jogo faltou algumas mecânicas além das chaves. E também acredito que poderia ser um pouco maior e contar a história de um outro jeito além dos papéis, talvez com mais voice actin, ou cutscenes. Mas em geral, é um jogo muito bem feito, não encontrei bugs e é bem leve. Minha nota é 8/10
Recomendo demais esse jogasso. Acertaram muito nesse jogo, gostei da premissa do jogo com o Cthulhu, curto muito essas lendas e mitos. Nota 10/10
Alguns diriam que minha resenha de Lost Sanity: Cthulhu seria inevitavelmente parcial, afinal, ManinXD, diretor responsável pelo jogo, é um grande amigo meu há muitos anos. Seria compreensível, portanto, questionar até que ponto essa proximidade poderia interferir na minha análise. Ainda assim, faço questão de esclarecer que esta resenha não foi escrita simplesmente para apoiar o trabalho de um amigo que merece meu apreço, mas para avaliar profissionalmente aquilo que foi entregue ao público e responder à pergunta que realmente interessa ao consumidor e fã de jogos de terror: Lost Sanity: Cthulhu merece ser jogado? Minha resposta, apesar das ressalvas que serão apresentadas, é positiva. Começando pelos gráficos, Lost Sanity: Cthulhu é um jogo visualmente agradável e, acima de tudo, atmosférico. Alguns cenários, entretanto, poderiam receber maior atenção aos detalhes, especialmente considerando que a própria estrutura do jogo exige que o jogador percorra salas em busca de itens e caminhos para progredir. Mais variedade de objetos e elementos ambientais tornaria esses espaços mais distintos e interessantes. Ainda assim, é importante considerar o contexto da produção: trata-se de um projeto financiado pelo público, desenvolvido por uma equipe extremamente pequena e com recursos naturalmente limitados. Dentro dessa perspectiva, o salto em relação às produções anteriores da Manin Studios é evidente. Comparado a Sparky: Hills of Death (2024), há uma direção de arte muito mais firme e comprometida, além de animações surpreendentemente fluidas e imersivas, que foram uma das melhores surpresas que tive durante a experiência. Em termos de gameplay, Lost Sanity segue uma fórmula já conhecida por jogos como Outlast: explorar ambientes, encontrar itens e desbloquear novas áreas. Em Call of the Sea, essa progressão depende principalmente de chaves. É uma estrutura simples, mas que funciona justamente por se tratar de uma experiência curta, evitando que a repetição se torne cansativa. Ainda assim, algumas melhorias de qualidade de vida seriam muito bem-vindas. A primeira seria um sistema de espreitar pelos cantos, utilizando Q e E, algo que faria bastante sentido durante as perseguições, especialmente quando o jogador precisa descobrir a posição de um inimigo antes de avançar. A segunda seria um indicativo mais claro de portas trancadas. Algumas possuem interação, mas não apresentam uma resposta suficientemente clara quando não podem ser abertas, o que pode confundir o jogador e dificultar sua compreensão sobre a existência de uma chave ou outro meio de progressão. A dublagem continua sendo um dos aspectos que mais me incomodam nas produções da Manin Studios. Ela cumpre seu papel, mas raramente ultrapassa aquilo que esperamos de uma produção independente, e o inglês utilizado em alguns momentos não soa completamente natural. Entendo, entretanto, a decisão de buscar um público internacional, algo essencial para muitos projetos independentes. Por isso, considero bastante positiva a presença da dublagem em português acompanhada de legendas em inglês, uma escolha que, além de ampliar o alcance do jogo, contribui para preservar sua atmosfera para o público brasileiro. Mas e o terror? Felizmente, Lost Sanity consegue assustar. Durante minha jogatina, fui surpreendido diversas vezes, principalmente pelos sustos rápidos relacionados aos perseguidores. Senti, porém, a falta de um tema musical específico para as perseguições, sobretudo durante a primeira metade, envolvendo o ocultista. Uma trilha própria poderia tornar esses momentos muito mais tensos e memoráveis. Os sustos flashbang, possivelmente influenciados por experiências como Alan Wake II, funcionam, embora eu acredite que poderiam ser ainda mais eficazes com sons mais desconfortáveis e movimentos mais agitados da figura em tela. Ainda assim, o terror não depende exclusivamente desses sustos. A atmosfera é competente, a inteligência artificial oferece um desafio adequado e os inimigos possuem designs bastante interessantes. Tanto o ocultista quanto os monstros representam uma evolução considerável em relação à estética predominantemente low-poly de Sparky: Hills of Death, e seus designs ajudam a construir a identidade do universo. A trilha sonora, embora possua poucas músicas verdadeiramente memoráveis, cumpre bem sua função atmosférica. Jogos de terror não precisam necessariamente de músicas que permaneçam na cabeça do jogador, mas de composições que saibam complementar o ambiente e criar tensão. Nos momentos em que a música assume maior protagonismo, ela demonstra um potencial bastante interessante, e deixo meus parabéns a CJR pelo trabalho. É na história, entretanto, que Call of the Sea apresenta simultaneamente seu maior acerto e sua maior oportunidade perdida. A ideia de um culto buscando o retorno de Cthulhu não é inédita dentro do horror lovecraftiano, mas o culto apresentado pelo jogo é genuinamente intrigante. De onde eles vieram? Por que Cthulhu? Quais são seus métodos e objetivos? Como a protagonista foi sequestrada? O problema é que muitas dessas perguntas permanecem sem informações suficientes para que o jogador consiga formular suas próprias teorias. Eu gostaria de encontrar mais comunicação visual, documentos, notas e detalhes ambientais capazes de enriquecer esse universo sem necessariamente explicar tudo. Afinal, existe uma diferença entre mistério e ausência de informação: o mistério desperta curiosidade, enquanto a falta de informação pode simplesmente deixar o jogador sem elementos para investigar. Isso se torna ainda mais relevante porque a protagonista é uma repórter/investigadora; gostaria de vê-la demonstrar maior curiosidade diante dos acontecimentos, fazendo com que o jogador também se sinta incentivado a investigar aquele culto. No fim das contas, Lost Sanity: Cthulhu está longe de ser perfeito. Existem problemas de apresentação, limitações técnicas, oportunidades narrativas desperdiçadas e algumas mecânicas que poderiam ser refinadas. Ainda assim, seria injusto permitir que essas falhas ofuscassem aquilo que o jogo faz bem. Ele representa uma evolução clara da Manin Studios, apresentando uma direção de arte mais madura, animações competentes, inimigos interessantes, uma atmosfera funcional e uma gameplay simples, porém eficiente. Acima de tudo, existe potencial. O culto, a mitologia e os mistérios apresentados em Call of the Sea parecem apenas a superfície de algo que poderia se tornar muito maior nos próximos capítulos. Se a equipe conseguir transformar as limitações deste projeto em aprendizado, há espaço para um crescimento considerável. Por isso, apesar das críticas, minha recomendação permanece positiva. Não recomendo Lost Sanity: Cthulhu simplesmente porque conheço seu diretor; recomendo porque, deixando essa relação pessoal de lado, existe aqui um projeto genuíno, competente e promissor. Lost Sanity ainda tem muito a aprender, mas também demonstra que a Manin Studios está aprendendo, experimentando e amadurecendo. Call of the Sea talvez não responda a todas as perguntas que apresenta, mas conseguiu fazer algo fundamental para um primeiro capítulo: fez-me querer descobrir as respostas. E, para um jogo que constrói sua narrativa ao redor de contos de horror, talvez não exista elogio maior do que esse. Um sólido e orgulhoso 8/10. Review completa no meu Your Game Profile.
A fun and very interesting game to play, if you're looking for a game to pass the time and uncover mysteries, this is certainly one of the best options The game has a great premise and concept, and it doesn't disappoint!
Existe uma grande mina de ouro pronta pra ser explorada aqui, vejo um potencial gigantesco e acredito muito que esse projeto terá um grande sucesso!
Adorei o jogo! A experiência e imersão foi nota 10! Um dos melhores Indies que joguei esse ano (na verdade, o melhor!) Inclusive, essa review foi escrita em live no dia 07/09/26. Foi tão bom que parei a live pra dar essa review! 10/10!
Selling now
See how fast this game is selling right now — estimated copies and revenue per day from recent review growth.
Players by region
Where this game's players are, estimated from review languages.