Most likely between $29.3M and $83M. On 8 games checked against developer-reported sales, our median error is 11%. How we estimate →
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Couldn't complete it, man the level design is questionable ethics (especially xen)
Earth levels were ok but Xen just sucked, also this game is horrifically unoptimized, some scenes/cut-scenes or parts of a level were running at 5FPS for me, despite down grading my video settings to "potato" To elaborate further on the Xen levels, while I don't think HL1's Xen levels were great, in my opinion they were far better than the experience BM offered, I really didn't like having to do this repetitive cycle of either parkour, plug puzzles or whatever with just a few fights sprinkled in, and I also don't like how near the end I was effectively forced to only use one gun (the Gluon Gun). The Gonarch boss is just not good either, I really hated that this was how this fight went: Start Boss Fight -> Fight for a bit -> Gonarch runs away and you chase him into a cave -> spend like probably 30 minutes traversing the cave NOT fighting Gonarch (but he occasionally damages you as you are traversing) -> encounter Gonarch directly, set him on fire, he RUNS again and you need to traverse the cave still -> FINALLY fight him directly and kill him. The boss fight really did not need to be dragged out for this long, and don't even get me started on traversing the factory, where its effectively trying to be like HL2's citadel level, but unnecessarily drawn out and annoying to traverse. The Nihilanth boss fight was ok, aside from performance issues after killing him or when even fighting him during his final phase (that phase was literally just attack spam and was making it borderline unplayable with the fps drops because of it, I had to pause every two seconds just for it to buffer)
ЖДЁМ HL3! https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=3163740811
This is a very well done remake. Long ago I feel in love with the original Half-Life; In elementary school we all passed around burned copies (sorry Valve!) of Half-Life1, and it was probably the first game I really got "into". Black Mesa lets you play through Half-Life 1 remade in Half-life 2: Ep2 (or beyond?) with modern Source Engine graphics and systems. It's pretty amazing they did such a good job keeping the feel of the original, and a testament to Valve's world and level design. I personlly really enjoyed the new original parts that Crowbar Collective added to Black Mesa, the original soundtrack is great (although, I agree that it is very different to the original soundtrack), and the remade Xen is indescribable really. It simply must be experienced yourself. They've expanded it so much that it could practically be it's own game. They did such a good realizing a complete Xen, which Valve famously had to rush to meet the release deadline of Half-life 1. It's high praise but I have a hard time imagining Valve implementing it better. I can't say this was an easy 100% achievement completion, and it would probably take 100s of hours without a guide. Juggling the TWO! different items required to carry throughout the game (and still being forced to split into two runs at the end!) was a bit much. A few of the achievements can be a bit hard to trigger too, or have secret secondary conditions that must be met, which is a bit frustrating. Overall, Black Mesa is an easy 9/10. Certainly worth playing for new fans or returning players.
A fantastic fan-made remake of Half-Life 1 that is imo even better than the original game. It modernizes a lot of elements and expands upon the level design in big ways, most of which I think are for the better.
I don´t even enjoy FPS games that much but this slapped
Jogo divertido e desafiador já que não tem ajuda "dos desenvolvedores" para indicar os caminhos, talvez a decepção é da Valve não investir na dublagem pt-BR pois iria facilitar muito já que depende muito de você ler às legendas para entender e saber para onde ir pois ficar advinhando vai ser bem pior.
Bom dia, boa tarde e muito boa noite a todos que vão ler esta análise, com um teor profissional e com tão pouca coerência por ser um projeto de um jogo que moldou a indústria, e que terminou sendo algo que poucos remakes conseguem ser — uma obra que respeita o original e tem coragem de melhorá-lo. [h2]Consequências Imprevistas[/h2] [b]Black Mesa é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido e publicado pela Crowbar Collective em 2020, utilizando a Source Engine — a mesma de Half-Life 2 — e é um remake do Half-Life original de 1998.[/b] O projeto começou em 2004 como mod não oficial feito por fãs, resultado da fusão de dois times com o mesmo objetivo: recriar Half-Life com tecnologia moderna depois que o Half-Life: Source de 2004 decepcionou ao não trazer nenhuma melhoria real. [b]A Valve notou o trabalho, aprovou a distribuição comercial na Steam em 2015, e o jogo saiu em versão completa em março de 2020 [/b] .dezesseis anos depois do início do projeto. No jogo controlamos [i]Gordon Freeman[/i], físico teórico com PhD pelo MIT que trabalha na instalação [i]Black Mesa no Novo México[/i]. Num dia comum, um experimento dá errado e causa uma Ressonância em Cascata, uma ruptura no espaço-tempo que abre portais dimensionais e traz criaturas do planeta Xen para dentro da instalação. Gordon sobrevive usando o traje HEV, pega um pé de cabra e tenta sair vivo de uma situação que só piora. O exército aparece logo depois, não pra ajudar, mas pra silenciar qualquer sobrevivente. [h2]Ética Duvidosa[/h2] Gordon Freeman é protagonista silencioso, não diz uma palavra durante todo o jogo, e isso é uma escolha intencional desde o original. A ideia é que você não está controlando Gordon Freeman, você é Gordon Freeman. Não existe distância entre o jogador e o personagem porque o personagem não tem voz própria pra criar essa distância. Gordon é físico, não soldado. E mesmo assim, cientistas e seguranças que sobreviveram começam a tratá-lo como a melhor chance que têm de sair vivos. Ele não aceita o papel, simplesmente não recusa, porque recusar seria morrer. É exatamente essa ausência de escolha que torna o G-Man tão perturbador, esse personagem misterioso que aparece ao longo da jornada observando Gordon em silêncio, sempre em lugares que não deveria conseguir estar. No final, ele oferece uma escolha que não é bem uma escolha. E Gordon, que nunca falou, aceita sem dizer uma palavra. A questão central de Half-Life é justamente essa: até que ponto um homem é responsável pelas consequências de ações que nunca quis tomar? [h2]Tensão na Superficie[/h2] Uma das coisas que Black Mesa acerta antes mesmo de você pegar numa arma é fazer a instalação parecer um lugar real. Você começa nos laboratórios, desce pra manutenção, sobe pra superfície, passa por zonas de segurança, e cada área tem uma cara própria. Os avisos nas paredes, os equipamentos espalhados, os corpos dos colegas de Gordon nos primeiros minutos. O ambiente conta a história antes de qualquer diálogo. A Crowbar Collective também adotou um princípio da Valve: você aprende como cada inimigo se comporta numa situação controlada antes de precisar lidar com ele sob pressão. [h2]Estrangeiro[/h2] Xen é onde Black Mesa para de ser remake e vira outra coisa. No original de 1998, Xen eram quatro capítulos que você terminava em minutos — plataformas simples, inimigos repetitivos, boss final decepcionante. Era o ponto mais fraco do jogo, e a própria Valve sabia disso. A primeira decisão tomada pela desenvolvedora foi colocar uma torre no horizonte — visível desde o segundo que você chega ao mundo alienígena, servindo de bússola ao mesmo tempo que aumenta a tensão conforme você se aproxima. As cores do ambiente ficam progressivamente mais ameaçadoras. Sem diálogo, sem tutorial — só a paleta de cor te dizendo que está indo na direção certa e que o que tem lá na frente é perigoso. O que antes durava minutos virou horas. Xen em Black Mesa tem ecossistema próprio — fauna específica pra cada área, zonas de pântano, plataformas orgânicas que parecem parte de um ser vivo maior. Você olha pra Xen e acredita que aquilo existe em algum lugar do universo. E o Gonarch — boss simples no original — virou uma perseguição por múltiplas áreas que críticos descreveram como um dos níveis mais ambiciosos já construídos na Source Engine. É o tipo de confronto que você não esquece. [h2]Esqueçam o Freeman[/h2] Em suma Black Mesa, é um baita de um jogo e que exige a platina mesmo que chata. Um grupo de fãs, distribuído pelo mundo, sem financiamento de estúdio, trabalhou por mais de uma década pra recriar um dos jogos mais importantes da história. Quando a Valve aprovou a venda na Steam, foi um reconhecimento implícito de que o que a Crowbar Collective havia feito era bom o suficiente pra existir ao lado do original. Amor pelo material de origem, quando executado com cuidado, produz algo que vai além da nostalgia. Minha recomendação é total. Se nunca jogou Half-Life, Black Mesa é a melhor forma de entrar nesse universo hoje. Se jogou e conhece o original, é a melhor forma de revisitá-lo. Obrigado por lerem esta análise. Qualquer dúvida, comentários são mais do que bem-vindos. Comam água e bebam fruta. Se cuidem. E até a próxima análise.
It's janky, and not particularly impressive graphically, but the combat is fun and the level design from before the times of yellow paint still holds up.
Как в детстве только лучше